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1004 Palavras

SOPHIA NARRANDO A noite envolvia meu quarto em uma escuridão opressiva, um reflexo perfeito do peso que carregava em minha alma. O eco das palavras de Paulo reverberava em meus pensamentos, e as lágrimas, que eu segurara por tanto tempo, finalmente encontraram um caminho para se libertar. No banheiro, o som suave da água do chuveiro servia como uma cortina sonora para minha dor. As lágrimas se misturavam à água que escorria pelo meu rosto, levando consigo a amargura e o desespero que eu tentava esconder. Cada gota era um suspiro da minha alma, liberando a angústia que me envolvia. Meus soluços se misturavam ao som do chuveiro, criando uma melodia triste que ecoava no vazio do meu banheiro. Depois de me permitir ter um surto emocional que tanto precisava, envolvi-me em uma toalha e me e

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