Anjo

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João Victor de Moraes Um soco, apenas um golpe par fazer aquele homem sair de perto de minha mulher, o canalha qual era meu colega de classe estava tentando abusar dela, e ao seu lado ainda tinha alguém para ajudar em tal ato, que imobiliza e impedia que gritasse. Antes de tal momento, estava na mesa com minha amada. Mesmo com tais roupas tão comportadas, ela conseguia ser linda, parecia um anjo. Eu a admirava, e sua careta enquanto provava do vinho era engraçada, mas não ofendia sua beleza. Sandra, nunca mais mentiria para você, não importava quem me pedisse, até se Deus em si viesse me pedir isso eu negaria tal ordem divina. Apesar de conseguir ingerir bem as bebidas, minha amada não conseguiu se dar bem, até botei que estava mais pálida que o normal, e pediu licença para ir ao banheir

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