193° capítulo

1972 Palavras
Henrique. Maria tava bem tristinha e não era pra menos. Ela queria dormir na casa do pai com Malu mas já tínhamos conversado, Álvaro e eu decidimos que ela precisa primeiro se acostumar a não ter ajuda nenhuma e qualquer um sabe que Maria ama ajudar e fará isso estando com Maria Luísa. Porém eu sabia que a tristeza da Maria era por motivos como sua mãe.. Por que eu não queria ter dito nada da sua família pra ela? Por esse motivo. Agora a mãe da Maria é a vilã mas ninguém sabe oque se passou na cabeça dela, o medo que sentiu. A polícia ainda não sabe como e por que tem três meninas sendo que apenas duas são registradas e Malu é a do meio, então não tinha como ela não ter sido registrada também. Mas... Agora já estávamos em casa e deixei Maria na cama e assim ela permanece até agora, daqui a pouco ela dorme de tanto chorar e acaba não tomando banho ou trocando de roupa. E também precisamos comer. - Maria. - me sentei ao seu lado e ela tava com cobertor até a cabeça. - amor.. - toquei nela mas a mesma não disse nada então puxei o cobertor. Maria dormia. - Maria... Amor não tá na hora de dormir. - chamei. - Maria Clara. - dei carinho e ela abriu os olhos já com a carinha de triste. - credo que quentura. - tirei o cobertor dela toda. - vamo lá tomar um banho, vai ficar com febre se continuar desse jeito. - me levantei e dei a mão pra ela. - eu não quero dormir. - que bom, não tá na hora ainda. - falei normal mas acho que estava sendo grosso. - desculpa... Só vamos ficar acordados até a hora de dormir. - ela concordou um pouco triste mas tudo bem. A gente foi pro banho e dei alguns conselhos básicos pra Maria, o primeiro era não se encher com informações que não sabe se são verdade e o segundo era não falar m*l da própria mãe, que talvez agiu com amor mas não pensou nas consequências. Não sabemos, era entre ela, suas filhas e as pessoas que as perseguiam. Ninguém sabe oque ela sentiu ou oque pensou. Após dar banho na Maria e conversar, vesti ela com um pijama e ela desceu, aproveitei pra tomar um banho e vi que muitas das suas maquiagens e coisas sumiram mas eu sabia que ela tinha dado pra Malu. Quando desci Maria estava falando com minha mãe sobre seu dia e seu humor mudou um pouco. Aí jantamos... Pedro estava em casa por milagre da vida e ficava toda hora passando a mão naqueles cabelos... Beatriz estava no celular mandando mensagem e rindo alto e eu sorrindo ouvindo Maria falar sobre convidar sua irmã pra dormir aqui outro dia... Aí falei novamente "paciência", por que Malu não sofreu abusos durante tais dias, foi a vida inteira. Ela é acostumada a isso, então preciso lembrar Maria que ela precisa de muita paciência pra isso. Mas Maria entendia e falou que teria paciência. - daddy. - agora já estávamos no quarto. - hum? - me virei pra ela e ela estava um pouco mais acima do que eu na cama. - eu te amo tanto. - agarrou meu pescoço e ri, com a cara enfiada no seu pescoço quase nos seus peitos... E foi oque Maria fez. - daddy chupa. - contrai o maxilar negando aquele desejo mas obedeci, puxando sua blusa pra baixo por ser regata e de tecido com elástico... Lambi, chupei e esfreguei a língua, ouvindo Maria gemer e rebolar. - tá. - parei. - vai dormir. - ela não me deixou sair dali. - mais eu mandei. - disse triste e ri. - mor... - daddy o dia foi muito estressante mas eu tô com... Vontade de comer sorvete. - ri. Para quem não sabe, Maria agora toda vez que quer sorvete, e eu já falei que não, só uma vez por dia e ela já comeu hoje, ela pede pra eu chupa-la.. que isso ajuda e tals. História dela. - se você não me c****r eu vou lá pegar todo o sorvete. - cruzou os braços e olhei firme pra ela. - aí tu apanha. - negou. - você não vai me bater... Eu jogo seu chinelo pela janela. - ri. - olha o tamanho da minha mão. - mostrei, apoiado com o cotovelo na cama olhando pra ela que estava de barriga pra cima. - cabe na tua b***a toda e eu vou te bater. - óbvio que não faria isso com maldade. Maria sentiu medo mas serviu a cara de má novamente. - eu vou lá pegar. - se levantou e puxei ela rindo. - não vai não. - neguei ainda rindo. - então você vai me c****r. - eu iria, não sei por que ela tava brava. - e não vai me bater. - olhei pra ela com um sorrisinho. - quem te ensinou a ser assim? - peguei sua mão. - tão s****a. - fiquei de joelhos na cama e Maria ficou com medo quando peguei ela e levei pro travesseiro. - fui eu que te ensinei? - perguntei puxando seu short.. - responde Maria Clara. - ela ficava olhando oque eu fazia. - foi né? Ou não? - me olhou quando parei. - não. - respondeu apenas e voltei a puxar seu short. Quando vi a b****a da Maria brilhando, tive certeza de que era o seu meladinho e tirei sua blusa. Ela ficou relaxada mas parecia ter medo. - que foi? - perguntei antes de começar. - ainda vai me bater? - ri. - amor.. - sua mão é muito grande daddy. - ri novamente. - se merecer sim. - me inclinei até ela e a beijei. - se merecer eu te coloco no meu colo e te dou umas boas palmadas. - Maria puxou meu rosto ao dela. - eu mereço. - ri e começamos a nos beijar. Maria como é santinha, levou a mão até meu p*u e enfiou a mão dentro do meu short me masturbando. Me segurei tanto pra não gemer por que eu ia querer fuder ela agora mas também queria sentir a maciez da sua b****a na minha boca. Quando sai do beijo Maria tirou a mão de mim e eu fui pro meio das suas pernas, beijei ela do umbigo até a ppk e era um caminho curto por Maria ser toda pequena... Tão pequenininha e tão s****a, como pode? Quando dei a primeira lambida Maria gemeu alto e se contorceu, após isso comecei a chupa-la. Ela gemia tanto, puxava meus cabelos igual das últimas vezes em que quis "o sorvetinho". Enfiei um dedo até o fundo e ela gemeu, quando coloquei dois ela se contorceu e senti tanta dor na cabeça por ela ter puxado meus cabelos... Mas tudo bem. Eu teria continuado se Maria não tivesse se tremido toda... Como se levasse um choque mas ela gozou. Aí foi a vez dela e eu não queria, queria ir direto pro s**o mas ela insistiu. Me chupou tanto... A boquinha apertada com meu c*****o grosso. - agora tu não me escapa. - bati na b***a dela quando ela ficou de quatro mas logo caiu na cama. - que foi? - ri. - tô cansada... Você fica por cima primeiro. - ri negando e obedeci, pincelando o p*u nela e ouvido ela gemer. Estava com tanta vontade que pegou meu p*u e levou pra sua ppk mas interrompi rindo. - calma... Meu p*u não vai fugir. - Maria me olhou. - você tá falando igual um daddy... Hummmmm.. - tirei o sorriso da cara e fiquei com muito t***o vendo sua carinha. Meti com tanta força, Maria gemeu tanto... Fiquei parado dentro dela até começar a investir com força. Maria ficava gemendo e me arranhando e quero só ver meus braços e costas amanhã. Beijei tanto ela, me exercitei tanto com ela mas estava cansado e Maria ficou por cima. Me beijando, quicando e gemendo, fiquei apertando sua cintura fina enquanto a ajudava e Maria ficou falando entre os gemidos das minhas veias no braço e do meu abdômen.. Os fetiches loucos da Maria. Após muito tempo e várias posições depois, acabei gozando na boca e rosto da Maria e ela gostou, "igual no p***o daddy". Tive que rir claro. Nossa última posição, foi eu sentado na cama e Maria sentando em mim de costas pra mim, apoiando as mãos nos meus joelhos enquanto eu puxava seu cabelo e acabei gozando na cara dela também por que ela se ajoelhou na minha frente e p*u estava um pouco mais acima que sua boca e pegou no rosto todo. - eu quero sentir vontade de comer sorvete todos os dias. - ri vendo ela andar na minha frente. Entramos direto pro banho e Maria lavou o rosto, agarrei ela ali mesmo e ela ficou falando de novo das minhas veias, logo depois senti uma ardência quando fui pra baixo da água e Maria ficou em choque quando viu meus braços e costas. Estavam sangrando como ela disse mas não tinha problema, foi gostoso ganhar aqueles "carinhos". Terminamos o banho, nos vestimos e fomos deitar. - daddy você vai ficar com marquinhas. - ri cobrindo a gente e ela se virou pra mim e eu pra ela. - tudo bem, eu gosto. - agarrei sua cintura e ela riu. - não vejo a hora de virar mulher de verdade. - ué. - mais a Maria já é... E uma linda mulher. - ela sorriu. - mais eu digo adulta, pra chegar do trabalho com um salto alto e vestido e te ver... E a gente transar... Quero igual naquele filme que a gente viu, que o homem tira o salto da mulher e o vestido... - sorri. - pode deixar que esse momento vai chegar meu amor. - beijei ela. - hum? - dei mais beijinhos. - vamos dormir? - concordou mas me agarrou igual da última vez, estava mais acima de mim. - olha Maria.. - ela me forçou um pouco pros seus p****s. - mamazinho pra você dormir. - ri negando. - vou da mamazinho pra ti, tu vai ver. - me soltou e riu. - vai rindo. - me ajeitei. - aaah daddy você é muito gostoso e perfeito. - se virou pro outro lado. - vem mais pra cá. - fui, encaixando perfeitamente na b***a dela. - sabe daddy, no começo era muito estranho e dava muita angústia sentir algo dentro da sua ppk mas hoje é muito bom. - ri, não sabendo como é essa sensação e nem querendo saber. - mais eu fui com calma. - sim, você sempre foi paciente. - puxou minha mão mais pra si e sorri. - ninguém pode dizer que você era aquele Henrique antigo. - desfiz o sorriso pensando. - não vou mais voltar a ser. - abracei ela com mais força. - só na maconha né? - sim mais eu vou parar, já tô quase independente dela. - Maria ficava me dando carinho na mão e enchendo ela de beijos, era tão carinhosa e sem maldade que eu agradecia por ter essa mulher. Maria disse que quer logo ser mulher e eu a entendi... Sem o infantilismo também. Acho que Maria ainda é nova pra pensar nisso e eu não vejo problemas em ela ser assim, tudo bem ser criança ou agir como uma. Também ser mulher adulta te enche de problemas e Maria não será mais a mesma se acelerar isso. Então... Prefiro ela mil vezes assim. Logo dormi e acho que Maria foi logo depois, ganhava tantos carinhos dela que foi impossível não se sentir relaxado. Também estava exausto de ter fodido ela tanto.
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