202° capítulo

3436 Palavras
Lucia. - merci beaucoup pour l'hébergement. - disse a recepcionista. - pour rien, je vous remercie pour tout. - digo. Ela só estava agradecendo pela minha estádia neste hotel cinco estrelas e eu retribuí dizendo que estava mais grata ainda pela boa hospedagem. Em meu carro alugado fui para o banco onde saquei todo o meu dinheiro, pretendendo trocar pelo dinheiro brasileiro. Estava na França a mais de... Sete anos. Minha pequena está sem mim a mais de sete anos. Sou brasileira, nascida e criada no Brasil, com descendência na Espanha. Estava vivendo na Espanha durante uns três ou quatro anos quando tive que fugir. Troquei de nome, Lucy e ninguém soube mais nada de mim. Era fugitiva de dois crimes envolvendo dois homens... Mas um deles era uma criança de 12 anos. Armaram pra mim quando eu estava voltando de outro país... Daqui mesmo, da França. Iria finalmente poder sair desse país e ter minha nacionalidade, mas oque aconteceu foi mais um dos atentados a minha família. Já tiraram tudo que eu tinha... Me restou uma... Tudo que posso dizer é que "tive" um ataque cardíaco no volante e acabei atropelando o dono do atentado a mim... Porém naquela rua haviam crianças e eu atropelei um menino, ele morreu na hora assim como o sujeito. Lembro-me bem de uma policial me levando para a delegacia mesmo eu estando com um dos braços quebrados e tonta. Lá ela me disse que era militar e agente da polícia e que estava atrás do comandante daquele sujeito a anos. O acordo era: ajudasse na investigação, saía do país para minha p******o e... Protegia quem eu amo... E no fim... Descobririam o fim dos meus outros dois bem maiores. Eu não era capaz de proteger Maria sozinha... Não tinha capacidade pra isso. Perdi duas filhas e não ia perder a última. Contratei um advogado, seu nome era Ricardo e na época pedi muito para que ele me ajudasse por que eu tinha uma filha pequena. Tudo que ele dizia assim como a policial era "te daremos uma morte falsa". Maria saberia que morri, ela sofrerá muito. Anos passaram... Estava vivendo na Espanha quando meu advogado me encontrou lá, ele disse sobre seu filho estar indo morar com ele e disse que faria de tudo para minha filha ter um bom futuro por que eu sabia que minha mãe não viveria pra sempre e que Álvaro não era o melhor homem do mundo. Confiei minha filha para o filho dele e eu nem o conhecia, mas parecia ser um bom sujeito. - senhora. - sorri piscando várias vezes. - me desculpa.. - o vôo já aterrissou a dez minutos, só falta a senhora para descer. - era a aeromoça. - estamos no Brasil? Já? - ela sorriu. - isto, em São Paulo. - respirei fundo. Peguei minha bagagem que trouxe comigo e fui para dentro do aeroporto pegar minha única mala. Eu não era mais aquela mulher de cabelos castanhos compridos, agora estava de cabelos pretos e curtos, sempre de óculos e fiz uma pequena plástica no meu nariz, deixando ele um pouco mais afinado e conseguindo parecer outra pessoa. Também peguei um pouco de peso e não me reconheço como aquela mulher magra que eu era antes. Estou totalmente diferente. Soube da morte da minha mãe através do meu advogado. Apesar de ter ficado triste, sorri e agradeci por ele ter dito as únicas palavras que me confortaram "Maria está bem morando com seu namorado". O namorado dela era o seu filho. Nunca estive lá pra sua primeira menstruação, sua puberdade... Sua primeira vez. Nunca fui presente. Mas o meu maior medo nesse momento é com Álvaro... Onde ele anda? O que faz? E Matheus... Ah.. meu lindo filho amado, meu maior tesouro vindo antes da Maria. Filho de outra barriga mas sempre o meu grande amor. - Melissa Garcia Pavanelli. - sorri olhando pra ele. - isso. - digo. Precisava ter o nome verdadeiro no aeroporto. - olha minha senhora, sei que estava no exterior por muito tempo mas você precisa renovar essa identidade. - é, não era eu ali. - se a senhora apresentar isso pra polícia eles te prendem por pensar que você é uma ladra ou que clona identidades... Fora que a indentidade foi mudada a cinco anos. - penso até mexer na bolsa. - bom... Tenho a identidade da França mas... - entreguei a ele. Queria que ele reconhecesse a minha identidade, minha do Brasil. Mas ele aceitou a da França e ficou por isso mesmo. Mesmo que com outro nome. Porém isso era permitido, quando trocamos de país temos a oportunidade de trocar de nome, as vezes pagando ou de graça mesmo. Após sair definitivamente do aeroporto, fui para um hotel onde pretendia ficar hospedada e não sairia de lá até um plano... Mesmo sentindo a dor me percorrer de querer ver São Paulo e mais ainda... Saber da minha única filha. Henrique. Apesar de estar muito chateado com oque Maria fez, não deixei de notá-la ou me preocupar. Ela puxou assunto a viagem inteira e nem eu e nem seu pai falávamos mais do que murmurar. Na casa de praia fomos direto aos quartos. Claro, contratei duas moças para limpar e organizar a casa que já estava mobiliada, então chegamos e tudo tava limpo. Atrás da nossa casa tinha uma praia, era só abri o portão e descer pelo caminho de pedra e já tinha areia. Na casa tinha cinco quartos, o meu era a suíte. Nem por isso Maria se animou e estava triste. - põe um biquíni pra ir na piscina. - tinha piscina também, um jardim e quintal grande... Era bem chique, não n**o. Foi uma das melhores heranças deixadas pelo meu pai. Algo de bom ele fez por mim. Maria não falou nada e seguiu pro banheiro do quarto e eu respirei fundo fechando os olhos. Comecei a desfazer as malas e guardei as coisas da Maria primeiro, organizando frio pra um lado, pijama pra outro e as roupas do dia a dia em outra parte. Depois fiz isso com minhas roupas e Maria ainda tava no banheiro. - Maria. - bati na porta e tentei ouvir por um choro ou coisa assim, mas ela abriu a porta. Não chorava. - vou lá com a Bia. - seu rostinho tava triste e isso me torturava. - Maria. - segurei seu braço contraindo o maxilar. - não precisa me dizer que eu tô errada por que eu sei que errei. - se soltou de mim. - vou dormir com a Malu ou o Pedrinho hoje. - respirei fundo e deixei ela sair do quarto. Que coisa, da vontade de esganar o Pedro c*****o! Maria disse "Malu e Pedro" por que eram cinco quartos: um meu e da Maria, minha mãe e Caio, Pri e Matheus, Beatriz e Letícia, Álvaro e Malu e Pedro provavelmente na sala. Provavelmente Pedro vai dormir na sala onde tem uma tv só pra ele que não vai precisar dividir com ninguém. Não quero Maria lá. Desci e Matheus disse que estava indo no mercado com Caio e Álvaro, fui junto pra não enlouquecer. Também precisava comprar coisas pra Maria que acabei não trazendo e sei que ela gosta. Maria Clara. Nossa casa era incrível! Não deixei de notar mas estava triste por daddy ter me evitado longas quatro horas de estrada e mais uma até esse lugar. A casa era obviamente em um condomínio fechado e de rico, oque não era surpresa pelo pai do daddy ser de um homem muito bem sucedido... Ou que pelo menos era mas ele morreu pra me salvar... Ele foi um herói mas nem por isso daddy o ama e não vou ficar forçando isso. O jardim na entrada era feito com grama de verdade mas aquelas que eles plantam sabe? Ela era bem fofinha. Tinha um caminho de pedra e uma garagem enorme que coube os três carros. Tinha uma árvore bem grande e arbustos também e as janelas não iam do teto ao chão mas elas eram enormes e perto do chão. Ficavam até minha cintura e eram altas. Nossa porta de entrada sim, ia do chão ao teto e era muito bonita. Dentro o primeiro cômodo era a sala e do lado esquerdo, pra vem vinha da rua, via a enorme escadaria que ia lá pra cima. Seguindo reto tinha cozinha, uma lavandeira... Uma casa normal mas com uma porta bem grande pros fundos e lá no quintal tinha um piscina, área pra churrascaria e um portão grande. Não tinha perigo como daddy disse mas tinha o portão só pra dividir a praia da nossa casa. Era bem pertinho, com um caminho de pedra. Daddy logo saiu ele e os meninos, só ficou Pedro e daddy nem olhou pra mim novamente. Letícia tava sentindo dor na barriga mas ela ainda não ia parir, acho que ela tava com cinco meses como já falei mas eu não pergunto pra ela isso. Pri conversava com ela. - Maria. - Malu me tocou e me virei. - vamos na piscina? - neguei fraquinho. - daddy saiu e ele não trouxe a minha bóia. - ela me tocou. - podemos ficar na borda, eu não dou pé também mas na piscina lá de casa eu consigo nadar. - sorri. Bom, somos gêmeas e do mesmo tamanho, acho que se uma consegue a outra também. Fiquei animada por que quando subi vi Bia descendo com um biquíni que ficou lindo nela. Peguei um biquíni preto e coloquei as duas partes, mesmo me sentindo desconfortável. Mas levei o short junto e uma toalha. Malu se vestiu comigo e ela colocou um biquíni roxinho que provavelmente comprou com nosso pai por que eu não dei isso a ela. Fomos pra piscina e Malu pulou na primeira oportunidade. - Malu! - me assustei e ela riu após subir de volta, passando as mãos no rosto e seu cabelo tava todo pra trás. - vem Maria, tá bem quentinha eu juro. - coloquei o pé na escada e estava muito quente aquela parte. - aaah, essa parte tá muito quente credo. - disse Bia andando pra longe da escada. - Maria vem logo, aí tá fervendo. - talvez por ter pouca água. Mas fui, descendo cada degrau até Bia me dar a mão e eu dava pé... Ficava com a água no meu pescoço mas tudo bem. - é só ficar flutuando. - disse Malu me mostrando enquanto sacudia os pés em baixo da água e eu tentei. Comecei a sorrir até me soltar da Bia e eu consegui! Mas tinha medo e fiquei apoiada na borda. - não precisa mais da bóia. - disse Malu sorrindo mas ela disse isso por não saber do meu acidente a muito tempo. Eu já me afoguei na piscina, daddy disse pra eu ficar só na borda pra minha p******o mas eu fui indo e fiquei alguns segundos em baixo da água não conseguindo subir de volta pra superfície, quando daddy viu era óbvio que ele me salvou mas depois disso a água da piscina nunca ficou até em cima como antes. Era sempre até um pouco mais da metade e eu nunca pude tomar banho nela sem as bóias. Mas por via das dúvidas eu voltei pra perto da borda com medo de me afogar e ninguém ver. - tão com fome? - eu neguei mas Malu e Bia concordaram. - Caio foi no mercado com os meninos comprar algo pra gente comer e já abastecer os armários. Não sei por que isso me deixou triste, daddy sempre diz "oque quer que eu traga", não existe um dia em que ele não vá no mercado e não me pergunte isso. Não existe! Daddy sempre me pergunta oque eu quero do mercado. Falei pras meninas que já voltava e fui pro meu quarto. Tomei banho, me vesti com outra roupa e me deitei na cama, sentindo dor de cabeça e chorando aquele choro com sentimentos, onde as lágrimas só descem e mesmo você evitando não funciona. Me abracei no meu unicórnio sobre a cama e percebi que daddy guardou nossas coisas. Logo dormi e não vi mais nada além de ouvir o som da água da piscina e as meninas pulando. Acho que Pedro estava lá com elas por que ouvi sua risada. Henrique. Ri do comentário do Matheus no que estávamos falando enquanto entrava com um pouco das compras. Pri foi lá ajudar e pegou oque era leve, mas já tínhamos trazido tudo do carro e só faltava aquilo. Ouvi som na piscina e logo me veio a cabeça que não trouxe bóia pra Maria. Corri pra rua mas ela não estava, que estranho. - cadê a Maria? - perguntei vendo eles se atirarem água. - ela subiu faz tempo. - disse Bia. Deixei minha mãe e Pri guardando as coisas e só peguei a sacola que comprei coisas pra Maria e subi, comprei pra eles também, Álvaro me fez lembrar da Bia e Pedro já que levava pra Malu também. No quarto a primeira coisa que senti foi culpa, culpa por ter xingado e também por ter sido imaturo de não ter perdoado ela e seguido normalmente. A ignorei tanto por ter ficado muito chateado com ela mas ver ela aqui dormindo por que provavelmente tava triste pra ficar lá fora... Seu cabelo tava molhado e tinha uma toalha sobre a cama. Ela chegou a ir lá com eles na piscina mas ficou triste, conheço Maria. Me inclinei ao lado da cama onde ela tava deitada, ao lado da sacada. Beijei seu rostinho e a senti quente mas ela também chorou. Não posso continuar sendo assim com alguém que é minha namorada mas sério... Por que ela não avisou? Não era "vou ir por que daddy não me deixa sair então vou escondido", ela sabe que pode, outro dia ela fez isso... Mas não, foi sem me avisar, não custava nada dizer que ia no mercado. Só quero que ela me conte as coisas, sei que não faço isso quando se trata de coisas que a machucam mas quando beijei Letícia eu falei, quando estava fumando escondido eu falei. Entendi a toalha dela na sacada mesmo pra pegar um sol e vi que no banheiro tava o seu biquíni, deixei lá pra caso ela queira usar mais tarde ou amanhã. Nosso quarto era a suíte mas também era um quarto simples. Era uma cama bem grande e alta, com uma qualidade muito melhor do que a minha até. Tinha uma tv ao lado da porta e em frente a cama mas bem afastada, ao lado da cama um criado mudo e a porta da sacada. Do outro lado o outro criado mudo tinha a porta do banheiro, do lado da porta do banheiro, na única parede do quarto que sobrou que não tem nada, estava um guarda-roupa grande e agradeci por não ser closet. Maria não gosta. O banheiro era bem grande, um box grande de vidro e tudo era branco. Tinha uma privada afastada do box e da pia e parecia ser mais confortável. A pia a mesma coisa, espaçosa com uma pedra bonita em tons claros. No quarto na parede na sacada perto da tv tinha uma mesa pra computador e coloquei meu notebook lá assim como o da Maria e seu tablet, mas deixaria a mesa pra ela e coloquei suas maquiagens lá. Maria não usava calcinha e só um shortinho que estava um pouco molhado, percebi por ter olhado e visto algo que sempre vejo. A cobri só com o lençol por estar quente aqui. Na sacada pedi pra eles pararem de gritar lá na piscina e fizeram isso por cinco minutos, depois voltaram a gritar por que Pedro ficava fazendo as suas brincadeiras idiotas. Lá em baixo ajudei minha mãe e Pri a guardarem as coisas e descobri que Letícia não tava muito bem, Caio estava lá na sala com um copo de água do seu lado. Espero que ela esteja bem. Oque levei pro quarto era barras de chocolate, salgadinhos e balas. As bolachas deixei aqui com o resto. Mas acho que comprei mais do que isso pra Maria e tá tudo lá pra não comerem. Tinha iogurte, Danoninho, Nescau, suquinho em caixinha... Só coisa pra criança como se tivesse alguém aqui dentro, mas como comprei por que todos gostam. Compramos bastante leite por que descobri no mercado que tem alguém que toma leite toda manhã e antes de dormir... Malu e Álvaro. Álvaro disse que Malu o viu fazer isso e agora faz sempre. Então compramos bastante. Pri estava fazendo dieta por se sentir m*l com comidas normais e pediu pro Matheus comprar só vegetais e verduras pra ela e ele fez isso em excesso e ela o xingou mas riu. Tinha frutas também e muitos morangos pra uma certa pessoa vulgo Maria. Aí minha mãe teve a ideia de fazer uma salada de frutas especialmente para as grávidas e começaram a preparar. Subi pra largar aquela carteira, só no mercado gastamos quase mil em compras mas Matheus comprou outras coisas que não eram alimentos e no final quase brigamos por que Álvaro queria pagar tudo sozinho mas a gente queria ajudar. Fechei a porta com cuidado atrás de mim e olhei pra Maria ainda dormindo na mesma posição, coloquei a carteira sobre os notebooks e fui até a cama onde me deitei do lado da Maria, não chegando tão perto mas o suficiente pra dar carinho nela. Ela se mexeu e paralisei achando que ela voltaria a dormir mas se virou pra mim. - dorme meu amor. - seu olhar triste pra mim, os olhinhos vermelhos. Mas ela sorriu. - eu babei no meu unicórnio. - ri e ouvi o estouro da água e risadas lá fora. - tá bem? Vamos conversar? - concordou e nos sentamos. - você vai ficar bravo até amanhã? - sorri. - não, foi só até a vinte minutos atrás. - dei carinho nela e percebi que Maria usava minha blusa, como não vi antes? - essa blusa o daddy tava usando e tá sujinha. - peguei a mão dela e ela olhou pra si mesma. - é que eu tava no banheiro e eu nem tomei banho direito. - sorri. - tudo bem... Não quer ir na piscina? - negou fraco. - te deixei triste? - concordou. - e também não tinha bóia. - o daddy esqueceu de trazer. - dei carinho nela e ela sorriu fraco. - quer conversar comigo?... Sobre oque fez? - concordou. - quem teve a ideia? - ela chegou mais perto, sentando em pernas de índio virada pra mim. - Pedrinho disse que não queria vim, que a família decide por ele como se ele fosse um bebê. - eu ficava só ouvindo. - ele estava triste por que tia Cris sempre julga ele... Por que parece que ela ama mais você do que os dois e não é verdade, tia Cris daria a vida por vocês três igualmente. - sorri fraquinho. - Becca dá conselhos bons pra ele como ele disse mas as vezes ele se sente sufocado aqui dentro. A gente saiu não pra fugir e sim pra dar uma volta com ele. - Maria estava triste e fiquei pensando se isso era uma das fases do Pedro ou mentira dele. - fico com medo de um dia acordar e ele não estar mais aqui entre nós, ou se ele só simplesmente fugir de casa. - Pedro é capaz de fingir mas não de se m***r. - tá bom, vem cá. - puxei ela pra mim e Maria deitou do meu peito. - desculpa. - dei carinho nela. - você pode ter um dia de irmão com ele. - ergueu seu rostinho ao meu e sorri triste pra ela. - posso. - hoje? - ri. - hoje não... Amanhã, pode ser? - concordou. - cuida dele pra ele nunca se perder no mundão como você fez, por que você se salvou mas ele pode não se salvar. - voltei a abraça-la forte. Não quero isso pro meu irmão mesmo a gente se dando super m*l. Não quero de jeito nenhum! Maria deitou no meu peito novamente e assim permanecemos por muito tempo até ela voltar a dormir, a deitei com cuidado e ela não acordou. Tirei um cochilo também por que o natal se estendeu por muito tempo e acordamos bem cedo hoje. Só nós dois abraçadinhos com o ventinho da sacada ao nosso lado e a maciez do corpo da Maria ao meu.
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