CAPÍTULO NOVE Já no carro, só depois de passados vários minutos é que as coisas voltaram a parecer normais novamente. Jessie tinha manifestado sua compaixão quando ainda estavam na delegacia e Ryan agradecera. Mas ele não tinha dito nada além daquilo e ela achava que fazer perguntas não seria apropriado. E já que o caso que eles estavam lidando era muito sensível para discutir dentro da delegacia, eles ficaram enrolando com papos-furados sobre o vôo de volta dela e os perigos do sushi de supermercado. Eles pareciam não estar em sintonia. Num primeiro momento, as coisas não pareceram melhorar quando pegaram a estrada. Quando saíram da garagem para a rua, um sem-teto bateu na janela pedindo um trocado. Ela pulou de susto em seu assento, batendo a cabeça no teto do carro. “Você está bem?”

