Izabel percebeu pela expressão do filho que ele não estava bem. Fazia mais de uma hora que ele tinha chegado em casa e estava sentado na varanda calado e pensativo. Ela esperou que ele pronunciasse alguma coisa, mas ele continuava lá parado e olhando para um ponto inexistente a sua frente. Ela se aproximou lentamente. - Filho? Ele pareceu voltar a realidade e esboçou um meio sorriso. - Oi, mãe. - Tudo bem? Ele levantou e entrou em casa seguido pela mãe. - Não. Estou pensando numa forma de tirar a Angel daquela casa sem precisar falar com aquele maldito pai dela. - Taylor, você sabe que isso não é possível, não é? Ele parecia agoniado. - Eu quero ela perto de mim mãe, mas não posso me humilhar para aquele desgraçado. Izabel respirou fundo. - Robert não é essa pessoa tão má que i

