Capítulo- XC. Minhas armas " Luto com o que tenho, não desisto. A derrota para mim precisa ser sofrida por isso vou pra cima, apostando na parte bacana do tal do amor." Filippo Pensava que esse momento seria carregado de afeto de ambas as partes, algo recíproco. Não será. Eu estou completamente aqui e a minha pequena dívida. — O que vai fazer? — pergunta Annália quando me aproximo dela. — Cuidar de você. — A enfermeira… ela… — Pedi que deixasse o banho comigo. — Está tremendo? Está com frio? — preocupo-me. — Não, reação da anestesia — diz, batendo o queixo. Prendo o cabelo de Annália e deslizo a espinha com sabonete líquido por suas costas. Tenho pena dela: o corpinho pequeno estremecendo violentamente, sem controle. Passo para a frente do seu corpo; nossos olhos se e

