SEGREDOS DA TIA EVELINE

1058 Palavras

Acordei no outro dia, e era óbvio que a minha mãe estava lá, ela não largaria o osso! E o i*****l do meu pai não conseguia enxergar o óbvio. E eu não seria a filha da p**a que ia dar as más notícias para ele, eu estava magoada e minhas palavras entrariam no peito dele como facas, eu não tinha a menor dúvida disso. Desci as escadarias e senti o cheiro da panqueca do meu pai, que saudade eu tinha, foi como uma nostalgia maravilhosa... Que eu não queria admitir. O cheiro doce das panquecas pelo ar, as risadas na cozinha e o aroma do café quente, era como eu sabia que o dia ia ser dos bons na minha infância. - Bom dia Hay... - disse o meu pai com um sorriso que mais parecia triste do que feliz no rosto, também pudera, ele acabou de enterrar a irmã. - Bom dia pai! - eu disse olhando p

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