Às vezes vale a pena aguentar tanta dor porque, quando o alívio chega, é duradouro. Basileia, Suíça Margareth É noite e estou no aeroporto, cercada de pessoas que vão e vêm, mas minha mente só consegue pensar em uma coisa: Samuel está prestes a voltar. Olho para o relógio pela enésima vez, porque estou nervosa e animada ao mesmo tempo. Seu voo já pousou, mas ele ainda não saiu, e cada segundo parece eterno. Passei uma mão sobre a barriga, tentando me acalmar. Sinto nossa filha se mexer como se ela também estivesse emocionada por ter o pai de volta. Nossa filha. Não consigo evitar sorrir, porque esta pequena parece reconhecer a voz de Samuel. Toda vez que o ouve, acalma-se, e nesses momentos sinto que nada de rui*m pode nos atingir. Finalmente, vejo a multidão se mover na saída, e lá
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