Dante a exibe como “propriedade” em um jantar da máfia

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O grande salão estava imerso em sombras e luzes douradas que os lustres pendurados sobre a mesa longa projetavam pelo teto ornamentado. Isabella entrou com passos medidos, sentindo o peso de cada olhar direcionado a ela. O ambiente era carregado, não apenas pelo luxo, mas pela aura de poder que permeava cada gesto, cada palavra dos presentes. Dante permaneceu atrás dela, perto o suficiente para que seu perfume e presença se tornassem quase tangíveis, mas não tão próximo a ponto de infringir qualquer espaço. Ela vestia um vestido que, sem ser provocante, desenhava o contorno do corpo, evidenciando cada curva de forma discreta, mas inegável. Sabia que seria observada. Era parte do jogo, da apresentação, da exibição que Dante controlava como maestro. O frio na espinha não era apenas medo; er

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