O beijo durou tempo suficiente para que o ar nos falte. Ao finamente separar os lábios dos meus, ele encara, segurando meu rosto com as duas mãos. — Ah Giovanna… — Ele continua com as suas mãos no meu rosto e com aqueles olhos incrivelmente negros cravados nos meus. A sua boca abre para dizer algo, mas ele fecha a mesma negando com a cabeça. Eu sei que não podemos ficar junto e tenho certeza que ele concorda. Mas ele não se afasta. Pelo contrário, Alessandro aproxima cada vez mais o seu corpo do meu. Eu sei que isso não é certo, mas eu não tenho forças para parar. Como uma correnteza forte que leva tudo pelo caminho e não pode ser controlada, assim acontece quando estou com ele. Sempre foi, Alessandro tinha uma dominância no meu corpo, que homem nenhum jamais teve. São três anos de saudad

