E se...?

1203 Palavras
— Estamos fodendo como coelhinhos — disse o Papai suavemente. — Precisamos ir mais devagar, ou você vai acabar engravidando. Estávamos na piscina juntos. Mamãe estava no jardim, fora do alcance da voz. A coisa favorita do Papai, quando estávamos vestidos ou de trajes de banho, era beliscar ou dar de leve nos meus m*****s por cima da roupa. Isso me deixava louca. Era como se as pontinhas dos meus m*****s estivessem conectadas ao meu c******s. — Você sabe o que acontece quando faz isso. — eu disse a ele. Ele me deu um sorriso malicioso e puxou meus m*****s um pouco mais forte. — O que você faria se ela nos pegasse? — perguntei. — Eu não quero magoar a sua mãe. Não é como se eu tivesse planejado isso. A verdade era que eu também não queria magoá-la. Mas eu queria o Papai, e eu o queria só para mim. — Com que frequência você transa com ela? — perguntei. Ele me olhou com olhos chocados. — Não com frequência. — Ele limpou a garganta. — E nem uma única vez desde que comecei a f***r com você, porque se eu não pedir, não acontece. — Se eu engravidar, vou ficar com o bebê. Eu quero um bebê seu. — Ella, pareeee. Você tem ideia de como isso me deixa duro? Eu tinha. Também o fazia gozar mais rápido se eu falasse sobre engravidar. — E a faculdade? Você só tem um ano de curso nas costas. Dei de ombros. — Vai demorar mais porque não vou querer estudar em tempo integral, mas eu sei que meu papai vai me ajudar. — Você está falando sério? Você já está...? — Não. Mas como você disse, é apenas uma questão de tempo. — A menos que comecemos a usar proteção. — E o que você vai fazer com toda aquela borracha usada? — Quero dizer, você vai começar a tomar anticoncepcional. Balancei a cabeça. — Você sabe que eu não vou conseguir tirar as mãos de cima de você — disse o Papai. — Eu sei — sorri. Debaixo da água, a mão dele deslizou pela frente da minha calcinha de biquíni. Ele gemeu quando me encontrou úmida e pronta. — Lá dentro. Agora. Com uma risada, saí da piscina e corri para dentro. Papai não estava muito atrás. Eu estava no meu banheiro, tirando o biquíni molhado, quando ele entrou, fechou e trancou a porta. — O que eu vou fazer sem você? — perguntou ele. Você literalmente ocupa minha mente noite e dia. — Ahhhhh, Papai, você está me deixando molhada — eu sorri. — Hum. Parece que não consigo tirar minhas mãos de você nem meu p*u de dentro de você. — Exatamente como deve ser. — Pulei para cima da bancada da pia do meu banheiro e abri as pernas. O calção de banho do Papai caiu no chão com um baque molhado. Mamãe podia passar horas no jardim, então provavelmente tínhamos tempo de sobra, mas eu não via a hora de tê-lo bem fundo dentro de mim. Ele me puxou para a beirada da bancada e posicionou-se entre as minhas pernas. Então ele se ajoelhou. Beijou a parte interna da minha coxa. — Sua pele está fria. Acho que preciso te aquecer. Olhei para baixo enquanto ele flexionava a língua e a empurrava para dentro. Era muito menor que o p*u dele, mas a sensação era tão boa. Puxei meus joelhos até as axilas e apoiei os calcanhares na borda da bancada. — Papai. — A palavra explodiu de mim assim que a língua dele roçou no meu c**t*ris. Ele olhou para mim e sorriu de lado. Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Ele lambeu o caminho para baixo até circular minha entrada. Por mais que eu amasse o p*u dele, a boca dele também era maravilhosa. Ele me penetrou com a língua e gemeu. Provavelmente porque eu estava muito molhada. Minha cabeça caiu para trás e olhei fixamente para o teto enquanto ele me dava toques rápidos e me sugava. Eu não queria que acabasse. Nunca queria que acabasse. Então o Papai subiu a boca para morder meu c**t*ris. Minhas coxas tremiam enquanto ele brincava comigo, me provocava. Ele me levava para perto, mas nunca me deixava chegar ao limite. — Papai — resmunguei —. Eu preciso disso. — Do que você precisa, bebê? — Ele deu beijos gentis no meu c**t*ris. — Me faz gozar, Papai. Eu preciso disso. Seus lábios se abriram em um sorriso satisfeito. Então ele sugou meu c******s para dentro da boca. Ele o puxava, dava toques com a língua e finalmente me fez decolar. Quando meu corpo finalmente parou com os espasmos, ele se afastou com um último beijo na minha b****a e se levantou. — Agora é a minha vez, princesa — disse ele. — Quero você de joelhos. Quero ver seus lábios esticados em volta do meu p*u. Abaixei-me até o chão e agarrei o p*u dele. Estava duro e vermelho, e uma gota de lubrificação surgia na ponta. Passei minha língua pela f***a dele, e o Papai gemeu. — Não lembro da última vez que recebi um boquete. — Eu amo ter você na minha boca, Papai. — Mostre-me — sussurrou ele. E assim eu fiz. Lambi-o da base até a ponta. Suguei a cabeça e passei a língua pelo relevo. Deleitei-me com cada grunhido e gemido. Eu amava dar a ele algo que ele não conseguia em nenhum outro lugar, algo de que ele precisava. Movi minha cabeça, sugando o corpo do p*u dele até chegar à minha garganta. Tive um pouco de ânsia porque o Papai era maior do que qualquer pessoa que eu já tivesse colocado na boca. Ele sibilou e empurrou os quadris para frente, fazendo-me ter ânsia de novo. Eu não recuei, no entanto, porque sabia que era bom para ele. — Vou f***r a sua boca — disse ele. — Me dê um toque se for demais. Assenti com o p*u dele ainda totalmente na minha boca, quase nas amígdalas. Papai segurou a parte de trás da minha cabeça com uma mão e curvou a outra sob o meu queixo, inclinando-me no ângulo perfeito antes de bater contra o fundo da minha garganta. Eu não conseguia respirar e meus olhos lacrimejaram, mas os sons que saíam da garganta do Papai... eu queria aqueles ruídos, eu ansiava por eles. Pressionando-o contra o céu da minha boca com a língua, eu suguei. Forte. Ele investia tão profundamente que meu nariz pressionava contra a virilha dele. — Ella, bebê. Quero que você receba cada gota que eu te der. Tentei respondê-lo com os olhos, mas minha visão estava embaçada por todas as lágrimas que escorriam deles e desciam pelas minhas bochechas. — Estou quase lá. Isso. p***a. Me suga com força. E assim eu fiz. Ele rosnou. O p*u dele pulsou dentro da minha boca. Tive ânsia quando o primeiro jato atingiu minha garganta, depois engoli como um reflexo. Os músculos da coxa dele viraram aço enquanto ele arqueava as costas. Finalmente, seus ombros relaxaram. Ele estava ofegante e tirou o p*u da minha boca. Eu também estava ofegante, e ainda excitada.
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