Ele estava com os olhos cheios de lágrimas. Ela viu no olhar dele o ódio por suas palavras, quando disse que havia matado algo e não se arrependia. Entrou no carro, ele se afastou, e ela partiu, completamente arrasada. Chorou muito, pedindo a Deus para tirá-lo de sua vida e de seu coração. Ao chegar em casa, a madrasta perguntou por que tinha chorado. — Você já amou tanto alguém que parecia amar mais do que a você mesma? — ela perguntou. A madrasta respondeu que sim, seu pai. Para ela, não importava o que ele fazia, as brigas ou os problemas; o amor era insano, ela mataria e morreria por ele. — E se ele fosse uma pessoa r**m? Você ainda o amaria do mesmo jeito? — ela insistiu. A madrasta a olhou, desconfiada. — Onde você quer chegar com essa conversa? Se quer saber alguma coisa do se

