A cozinha exala um aroma delicioso. Ervas frescas, pão quentinho e um toque doce pairam no ar. Sarah, com um avental simples e o cabelo preso num coque desajeitado, corre de um lado para o outro, completamente alheia à tensão anterior entre os presentes. Seus olhos brilham de entusiasmo e doçura. Sarah (sorrindo, com as mãos levemente sujas de farinha): — Eu sei que a noite começou meio estranha… mas comida boa sempre ajuda, não é? Ela coloca o último prato na mesa: uma torta rústica, dourada e perfumada, acompanhada de legumes assados e uma salada colorida. Todos se aproximam, surpresos e, de certo modo, tocados. Natacha (arqueando a sobrancelha): — Uau… isso parece saído de um conto de fadas. Você fez tudo isso sozinha? Sarah (corando): — Ah, não é nada demais. Cozinhar sempre me

