— Não me chame de princesinha, saia do meu quarto e não me procure até que tenha algo de útil para dizer! — Ela voltou a apontar a porta do quarto, genuinamente enfurecida. Ela meio que se parecia com uma criancinha tentando ser levada a sério numa roda de adultos. Estava na hora de acabar com aquilo. Eu já havia f*****o muito, e algo me dizia que não havia f*****o as coisas apenas para ela. E a descoberta me irritou. Levantando de um solavanco da cama, senti minha expressão se fechando como o céu durante a ameaça de uma tempestade, e por mais que estivesse aparentemente tentando controlar isso, ela se encolheu. Era hora de parar com a brincadeira e tratar de negócios. Como pessoas adultas. Mas Santo Deus... não exatamente como pessoas adultas trancadas em um quarto. Afastei os pensam

