O insistente toque do celular se infiltrou lentamente no meu sono. Primeiro achei que o meu sonho havia ganhado uma trilha sonora irritante, mas logo o meu cérebro tratou de raciocinar direito. Eu passo a mão pela cama, tentando achar o aparelho. Esfrego os olhos para enxergar a tela e a claridade machuca a minha visão. Mas consigo ver que são pouco mais de duas horas da manhã. O nome de Dean é a segunda coisa que vejo. O meu coração dispara. Por que ele está me ligando agora? — Alô? — Gabi! Que bom que atendeu. Eu me sento na cama, já desperta. Tem algo errado na voz dele. — O que aconteceu? Você está bem? — Não. Eu preciso de um favor. Você pode cuidar de Brennan pra mim? — Cuidar de Brennan agora? Eu tiro o aparelho do ouvido para checar se eu não vi a hora errad

