CAPÍTULO 24 Maria Eduarda Duarte Dormi com raiva, esse consigliere pagaria por isso, ele vai ver. Acordei bem cedo, me vesti, peguei minhas coisas e saí pela porta principal, mas os seguranças ficaram feito estátuas parados na minha frente. — Eu preciso sair, vão sair da frente ou vou precisar puxar a minha arma? — blefei. Nenhum deles respondeu, mas como eu também não tinha nenhuma pistola teria quê mudar a estratégia, então com raiva eu dei a volta e corri apressada até a outra saída, um lugar mais isolado e com árvores, inclusive muito bonito. Senti a perna doer enquanto o vento gelado espalhava meus cabelos e arrepiava meu pescoço desnudo, mas não tive opções, Maicon não me deixaria sair, ainda mais para comprar algo que eu queria, teria que subir na árvore em questão de segundos

