Murat — Depende de que? — Procuro saber e acredite, estou curioso com essa resposta. — Se você me abraçou enquanto dormia, ou se fez carinho enquanto invadia o meu quarto, Senhor Murat. — E eu abri o meu primeiro sorriso matinal após um ano inteiro. — Me perdoe, mas acho que não fiz nada disso! — Hum, só tem um jeito de corrigir esse seu erro, Senhor Arslan. — Ela resmunga com a mesma diversão, porém, me vejo suspirando e droga, estou ansioso outra vez. — Então me diga como, Sila — sibilo baixo, sem conseguir desviar os meus olhos dos seus. — Eu acho melhor mostrá-lo como se faz isso, Senhor Arslan. Prendo a respiração quando inesperadamente a minha esposa se mexe em cima da cama e ela monta em cima de mim, beijando-me de um jeito envolvente, e as minhas mãos parecem ganhar vida pró

