Sila — Você já vai? — pergunto assim que ele se levanta da sua cadeira, ficando de pé no mesmo instante também. — Eu preciso ir, o David quer conversar comigo sobre algo e depois dos últimos acontecimentos acabei o ignorando. — Tudo bem, eu te levo até a porta. — Eu também, papai! Ver o sorriso de Murat mediante a atitude do filho é algo realmente é fascinante. Pensar que o Ali tem um trauma tão rígido e tão forte não me dá a certeza de que Murat Arslan é o único culpado. Eu sei que há algo além disso e até já pensei em uma maneira bem especial para penetrar essa grade de arames farpados que oprime o seu jovem coração. — Vou morrer de saudades suas! — O pai declara para seu filho e o beija várias vezes, fazendo-o rir. — Seja um bom garoto, obedeça a sua tia e a Sila também. — Eu vou

