Sila Na manhã seguinte… — Oh, nossa! — resmungo dolorosamente, me sentando em uma cadeira de frente para uma mesa farta, onde o meu marido já está acomodado. Devo dizer que ele está intacto, até parece que nem bebeu o tal Raki. No ato, fecho os meus olhos para a claridade que me incomoda e apoio a minhas cabeça em minhas mãos. — Como você está? — O escuto perguntar, porém, bufo em resposta. — Meu estômago está embrulhado e a minha cabeça não para de latejar — lamento. — Eu disse que você estava exagerando. — Ele retruca divertido. Espera, divertido? Ergo a minha cabeça para olhá-lo, fazendo uma careta para a dor que retorna por conta da luz. — Eu estava curtindo um pouco da noite e você prometeu cuidar de mim, se lembra? — retruco um tanto manhosa. — Certo, Dona Sila. Beba um pouc

