Acordo com o sol fraco da manhã batendo em meu rosto. Abro os olhos com relutância e pisco algumas vezes para acostumar com o brilho. Há uma pequena fresta entre as cortinas, e um raio de sol se esgueira por elas. Meus olhos insistem em se fechar, mas não consigo dormir com essa luz no meu rosto. Procuro meu celular na mesinha, e percebo o motivo de ainda estar com sono: são 06:30 da manhã. Minha próxima aula é só daqui duas horas. Então deixo o celular na mesinha novamente, e viro para o outro lado, me encostando ainda mais no peito quente do Daniel. Mesmo dormindo ele passa um braço pela minha cintura, e me puxa para mais perto. Um suspiro escapa dos meus lábios enquanto afundo meu rosto em seu peito nu, e exalo seu cheiro que é uma mistura de sabonete, s**o e Daniel. Quando acordo nova

