– Então era pra esse lugar que você queria me trazer? – pergunto ainda sem entender. Afinal, se era para debaixo de uma árvore que ele queria ir, Harvard tinha várias. – Não seja apressada. Ainda não chegamos lá. – ele segura minha mão e me leva em direção a uma trilha de terra solta, com uma grama recém cortada ao redor. Caminhamos de mãos dadas por pouco tempo, até que ouço conversas animadas e gritos de alegria ao longe. Tento encontrar os donos das vozes, mas não consigo ver nada além de árvores e grama verde. Logo a curiosidade toma conta de mim, e me pergunto onde o Daniel está me levando. Um piquenique? Um grupo secreto de alguma coisa? Mas então, cada vez mais próxima das vozes, logo vejo um extensão de águas escuras, e pequenos grupos de pessoas ao redor. Há uma placa de madeir

