Daniel Chances (Duas semanas depois) Maldito dia, maldita tarde, maldita noite, maldito tudo. Entrei no meu apartamento cansado, meu cachorro me cumprimentou abanando o r**o e eu acariciei sua cabeça antes de sentar no sofá. Ele subiu ao meu lado, me lambendo ou me cheirando, sentindo provavelmente o cheiro de uísque impregnado em mim, mas nem mesmo a meia garrafa que bebi no escritório enquanto trabalhava conseguiu me relaxar ou me livrar da p***a da enxaqueca. Muito estresse. — Boa noite — disse Silvia com um sorriso doce, saindo da cozinha. Fiz algo para você comer. Ela tinha aquele creme verde horrível cobrindo todo o rosto e os coques na cabeça. Às vezes, ela realmente não entendia por que usava isso se na maioria das vezes não saía de casa. — Obrigada, mas não estou com fome.

