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490 Palavras

Salomão saía do clube quando o telefone tocou. Era Paulinho. — Dindo, estou assustado… — a voz veio tremida. — Meu cachorro está doente. O senhor pode vir cuidar dele? Salomão parou na porta do clube. Lembrou-se do cachorro de Estela, a filha teve um saco de pulgas e que a acompanhou por alguns anos, até morrer de velhice. Agora era o cachorro de Paulinho. Deus sempre deixava rastros e o fazia pagar seus pecados. — Dindo? — Paulinho chamou de novo. — Estou chegando aí daqui a pouco. Uns vinte minutos, Paulinho. — Tá bom… tá bom. Desligou. Antes de seguir, Salomão passou em um pet shop e comprou soro e o que poderia precisar na casa. Tinha feito medicina, agora cuidava de cachorro, era só oque faltava, era só isso. Chegou e foi abraçado por Paulinho e por Molly. Por sorte, a menina m

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