Mateus. Desperto, ainda sem conseguir abrir os olhos. Sinto meu corpo pesado, minha cabeça dói e parece que fui atropelado por um caminhão. Meu corpo está jogado em cima de alguma cama, o ar frio está engolindo o meu corpo. Faço o que posso para conseguir abrir os olhos. Posso sentir a presença de alguém do meu lado, deitada de forma tranquila sobre os lenções. Empurro meu corpo, obrigando meu corpo a se sentar. Me esforço para não cair para trás. Levo um tempo até me acostumar nessa posição e quando finalmente meus olhos se abrem percebo que estou em casa. No meu quarto e na minha cama. A cabeça, ainda doendo, começa a se chegar de perguntas. A principal delas é: como vir parar aqui? Não me lembro do caminho que fiz quando sai da boca, muito menos lembro de ter chegado

