Jogadora, ou o peão.

1183 Palavras

Isabela O ar na sala parecia ter sugado todo o oxigênio do meu corpo. A confissão de Mateus, a dor nos seus olhos, as minhas próprias lágrimas... tudo se misturou em um redemoinho que me sufocou. Eu não conseguia mais ficar ali, sob o mesmo teto, respirando o mesmo ar que ele. O meu coração, que estava machucado, ferido e esmagado, só queria fugir. — Eu não posso ficar aqui — foi tudo o que eu consegui sussurrar. Eu me virei, e a minha mão alcançou o meu rosto. As lágrimas dele manchavam a minha pele. Eu queria lavar a minha alma, tirar toda a dor que sentia. E a única forma de fazer isso, era sair. — Isabela, por favor... me escuta... — a voz dele soou, ele se levantou, mas antes que ele pudesse me segurar mais uma vez e o fiz estendi minhas mãos, o fazendo parar. — Para. — Isabel

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