Mateus. Estava seguindo para o alto do morro quando me avisam que finalmente a acharam. A vadi@ estava se escondendo, mas ninguém se esconde de mim por muito tempo. Esse final de semana pode ter sido um verdadeiro inferno, mas estou certa de que logo vou conseguir resolver essa pendencia. Dei ordem para os crias da minha confiança a pegarem e levaram para o quartinho. Lá era minha aérea, ninguém mexia, nem mesmo Galvão. A minha intenção era ir até lá também agora mesmo, mas paro quando avisto Neco, vindo na minha direção. — Chefe! — O que faz aqui. — Os meninos estão vindo com, Lia... — Já to indo pro quartinho – falo dando as costas. — Achei que fosse querer saber que Isa saio da favela. Tinha dado apenas dois passo quando paro, um frio sobe por dentro do meu corpo. — Co

