Isabela Tento respirar, mas estou sufocando. Eu deveria dar as costas, deveria ter saído enquanto era tempo, mas meus olhos, mesmo embaçados seguem firme na cena a minha frente. — Vem cá! – ela diz tirando seus braços de sua cintura e os levando até seu pescoço. O meu coração parou por alguns segundos. Ela o beijou. Fecho os olhos e as primeiras lagrimas escorrem pelo meu rosto. Dou um passo para trás, depois mais e então mais um. Puxo o ar, mas arde. Tudo dentro de mim arde. “— Vêm, vamos para casa. A gente continua de lá” Obrigo minhas pernas a caminharem, mesmo que tudo em mim doa, me obrigo a sair daqui. Ando apressada por entre as vielas. Posso ouvir algumas crianças passando por mim e me cumprimentando, assim como ouvir algumas pessoas fazerem o mesmo. Mas agor

