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1822 Palavras
Liberdade ao Carioca, [07/04/2023 01:18] Capítulo 70 Leila narrando Eu o encaro o tempo todo e eu só consigo pensar em minha filha, pela primeira vez na minha vida eu me senti impotente excercendo o meu trabalho. Lk está o tempo todo no celular e me encarando, o tempo todo no celular e me encarando. — Que horas são? – eu pergunto — Meia noite – ele responde – o que foi tem compromisso? — Eu tenho uma filha pequena me esperando em casa, a gente tinha um acordo, eu te entregava os documentos e eu ia embora. — Mas não contava que teria uma invasão. — Naõ tem invasão nenhuma, liga para os seus amigos. — Eles não estão me atendendo. — Por favor me deixa ir , você tem tudo , todas as informações sobre mim. — VocE vai ficar aqui, eu e você – ele fala. Ele se senta do meu lado e eu o encaro, eu desvio meu olhar mas ele começa a passar as suas mãos pelo meu ombro. — Para agora, o que você está fazendo – eu falo olhando para ele. — O que foi delegada? Não está gostando – eu o encaro — Não encosta em mim – eu respondo e ele abre um sorriso. Eu respiro fundo tentando me manter calma, eu tento me soltar das algemas mas elas eram firmes e boas, ele apenas me encara com um sorriso irônico no rosto dele e continua delicadamente passando a sua mão pelo meu ombro e eu fico com tanta raiva que a minha v*****e era de acabar com ele, eu estava com uma blusa de alcinha e ele coloca a alcinha para baixo. Meu celular toca na bolsa e ele se levanta para ver. — Seu marido – ele fala – vamos falar com ele? — Não, para com isso, por favor. — Fala – ele fala colocando no microfone. — Leila? – ele pergunta no telefone – Leila. — Oi amor – eu respondo e Lk me encara. — Oi , tudo bem? — Eu liguei para casa e a babá disse que você saiu. — Sim – eu respondo — Mas na delegacia falaram que você não está no expediente. — É uma investigação sigilosa que estou fazendo e não estou entendendo porque está me questionando isso – eu respondo — Estou tentando falar com você o dia inteiro e não consigo – ele responde — Estou ocupada – eu falo quando Lk começa a beijar o meu pescoço, eu tento afastar mas ele estava fazendo isos de proposito – eu preciso desligar. — Leila? – ele fala — Preciso desligar, desliga você estou com problema no meu telefone. — Leila? – ele pergunta – eu precios que você converse comigo. — Eu já disse que agora não – Lk me encara – Desliga agora – eu olho para Lk e ele desliga o telefone. — O que foi ficou nervosa? — Seu bandido de m***a – eu olho para ele – você vai me pagar por isso, você vai me pagar por tudo isso. — Ah delegada – ele fala me encarando – é só ter sido sincera comigo e ter falado a verdade, agora vamos sair daqui – ele se aproxima abrindo a minha algema, quando ele abre a minha algema. Eu furo o olho dele com a outra mão e ele vai para trás, eu tento ir até a porta mas ela estava trancada, ele me pega por trás me pressionando contra a porta. — Onde você acha que vai? – eu tento me debater, mas ele agarra os meus braços pela frente e consegue fechar a algema. Ele me vira de frente para lee e eu o encaro. — Eu vou te m***r Lucas Kaique – eu olho para ele e ele abre um sorriso. — Me mata depois – ele fala me beijando e eu tento empurrar ele mas ele insiste e eu correspondo o maldito beijo dele. Liberdade ao Carioca, [07/04/2023 01:24] Lisandra narrando — Você é uma v***a que nem a Madalena – ele fala apertando meu pescoço. — v***a é a sua mãe que te pariu seu filho da p**a – eu falo conseguindo pegar a faca e cravando na veia do pescoço dele. Automaticamente ele solta o meu pescoço e eu empurro o corpo dele. — v***a – ele sussurra com ultimo fio de voz. — Essa é a v***a que te matou – eu pego a faca que está cravada no pescoço dele e cravo em todo corpo dele, fazendo sangue espirrar para tudo que era lado. Filho da p**a! Liberdade ao Carioca, [07/04/2023 16:44] Capítulo 71 Carioca narrando Eu ando de um lado para o outro tentando que Medeiros me atenda mas nada. — Carioca – Hy fala entrando correndo — O que foi? — Tenorio está tentando fugir com Perpetua pelo matagal para levar para Kaique. — Filho da p**a. Eu pego a minha a**a e saio correndo, no caminho vou dando os comandos para os vapores, eu subo na moto e vou em direção ao matagal , quando entro vejo Tenorio levando a Perpetua sobre a mira da a**a, ele ver a moto se aproximando e se vira me fazendo ficar de frente para a Perpetua, a mesma tentava se soltar mas ele encostava a a**a na cabeça dela. — Se você se aproximar, eu mato ela – ele fala — Carioca – Perpetua fala chorando — Larga ela – eu falo armado — Larga a a**a – ele fala – se não eu mato ela. — O que você quer Tenorio? Você pode me m***r, m***r ela mas não sai vivo daqui – eu respondo. — Eu quero sair com ela do morro e você não vai me impedir. — E o que eu ganho com isso? — Eu preciso tirar a Perpetua comigo do morro – Tenorio fala — Quem é você? – eu pergunto — Não interessa – ele fala – você não vai conseguir me impedir. — E posso saber porque não? – eu pergunto para ele – abaixa a a**a e larga a Perpetua agora e eu te dou a chance de te deixar vivo. — Eu já disse que não vou largar ela e que se você quer ela viva, larga você a a**a – Perpetua me olhava nervosa e com os olhos arregalados. — Solta ela agora – eu falo nervoso – o que você quer , me diz? Eu te dou tudo que você quiser? Quer dinheiro? Te arrumo agora – ele começa a rir — O que eu quero você jamais vai conseguir me dar de volta. — E é o que? — A Brenda viva – ele fala – você a matou injustamente, ela te amava, ela me largou para ficar com você, eu a convidei para sair do morro mas ela ficou porque te amava, porque estava grávida de você e você fez o que com ela? Matou. Você não é capaz de amar ninguém Carioca. — Cala a p***a da tua boca, eu não vou cair no teu papo. — Agora tá se engraçando com a Perpetua mas você já percebeu que você perde todo mundo que você se relaciona? Brenda, Heloise, será que a culpa é de quem? Agora você vai perder a Perpetua. — Larga ela eu já falei seu filho da p**a – ele destrava a a**a na cabeça dela. — Carioca, por favor – Perpetua fala – me ajuda. — Ele não vai te ajudar – Tenorio fala para ela – porque ele é um filho da p**a e eu vou te m***r na frente dele, eu posso morrer mas eu te levo junto. As lagrimas descia sobre o rosto de Perpetua. — Vamos fazer um acordo – eu falo — Não tem acordo, eu não quero nada, além de ver você sofrendo, sem Brenda, sem sua filha Vitoria e sem a Perpetua. — Não – Perpetua grita – não. — Você quer que eu atire onde? Na cabeça ou no pescoço para deixar ela agonizando até a morte? – ele pergunta rindo. Ele destrava a a**a eeu tiro a minha da cintura ele aperta o gatilho e eu sinto o barulho do tiro, Tenório cai no chão e eu olho para o lado vendo Hy com a a**a na mão. Perpetua paralisa olhando o corpo de Tenorio no chão e Hy corre até o corpo dele. — Ele era meu filho – Hy fala para ela – mas ele não merecia ficar vivo. Eu olho para Hy sem acreditar no que tinha escutado, Perpetua se desespera quando Hy fala para ela isso, ele se ajoelha no chão e fecha os olhos de Tenorio, eu me aproximo de Perpetua e abraço ela, ela me abraça rapidamente chorando muito. — Ele te machucou? – eu pergunto para ela e ela n**a chorando. — Eu quero ir embora daqui – ela fala chorando – Me mata – ela fala pegando a minha mão com a a**a e colocando na cabeça dela – atira Carioca, eu não aguento mais – as lagrimas descia sem parar sobre o seu rosto. Liberdade ao Carioca, [07/04/2023 16:58] Capítulo 72 Carioca narrando — Eu não vou atirar em você – eu falo ela me encara – vamos sair daqui o mais rápido possível. Jão se aproxima. — Ajuda Hy – eu falo e ele assente. Eu saio andando do matagal com a Perpetua que está aos prantos, quando vamos descendo até a minha casa, eu entro com ela e ela se senta no sofá, eu vou até a cozinha e pego um copo de água. — Porque você a matou? – Perpetua pergunta me encarando e eu me ajoelho na frente dela – porque você matou a mulher que ele disse? — Brenda era uma traidora. — E se ela não fosse? — Ela entrou como uma traidora, ela entrou para me m***r, para me destruir – ele fala – ela não se aproximou de mim porque tinha sentimentos sinceros e sim porque ela queria me m***r. — E você não sente nada ? – ela pergunta — Como assim, eu não sinto nada? — Não sente remorços por ter matado ela? – Perpetua pergunta se tremendo inteira. — Eu sinto – eu respondo – todos os dias desde o dia que eu assassinei ela nessa sala, desde que recebi a mão da minha filha em uma caixa, eu amava a Brenda, amava a Vitoria, era uma realização pessoal ter a minha família, eu não era o monstro que eu me tornei hoje. Eu seguro na mão de Perpetua que não conseguia segurar direito o copo de água. — Eu eu – ela fala — O que foi? — Tenorio – ela fala nervosa – eu preciso te contar. — O que você quer me contar? Perpetua desmaia em meus braços fazendo com que o copo de água caia.
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