De forma que os dias passavam a situação na minha casa só piorava, meu pai com depressão, minha mãe inabalável e eu correndo pra tentar manter tudo, Gustavo não nos dava esperança, depois de falar com. meu irmão ele me disse pra me preparar para o pior. Eu tentei de tudo, ate ir falar com o promotor, mas como imaginei ele não me ajudou, nem ao menos lembrou de mim e eu passei vergonha, fui retirada do escritorio dele a mando do pai racista que ele tem, foi muito vergonhoso pra mim. O dia do julgamento chegou e eu fiquei de levar meus pais, consegui um emprego de secretaria de médico no centro, conseguia manter as contas em dia e a casa bem servida, mas por dentro estava me partindo, sabia que nao voltaria pra faculdade, e transferir o curso pra cá era muito caro, sem contar que ja tinha

