Pode me chamar de Liz

3395 Palavras
FELICITY Depois que saí daquela clínica senti uma sensação estranha, não sei dizer o que é, só sei que deixou-me muito desconfortável, depois que o médico examinou-me a enfermeira parecia que tinha visto um fantasma, não entendi sua expressão assustada. — Liz você está bem? Nissa pergunta preocupada — Claro que estou, porque não estaria? lhe ofereço um sorriso forçado. —Não sei, mais desde que saímos da clínica você está muito estranha, aconteceu alguma coisa com você? o doutor foi inconveniente?porque se foi eu volto lá agora mesmo e soco a cara dele! foi impossível não sorrir diante da imagem da Nissa batendo no Doutor Chase, tenho certeza que ela seria mesmo capaz disso. — Não se preocupe o Doutor foi muito profissional, eu só estou pensando em algumas coisas, não é nada de mais. — Tudo bem então, suspira dando de ombros. saímos da clínica e fomos visitar o Roy, ele sofreu um acidente de carro e está com o pé machucado, Roy Nissa e eu somos amigos desde quando éramos crianças, nossas mães são melhores amigas e sempre moramos perto, ele é como um irmão pra mim e Nissa é como uma irmã. — Será que ele está em casa? Nissa pergunta impaciente apertando a campahinha como se sua vida dependesse disso. — Claro que está, qual a parte de que ele está com o pé machucado você não entendeu? ou acha que ele iria sair por aí pulando em um pé só! Nissa encara-me com sua melhor carranca ao ouvir meus risos descontrolado. — Brincadeirinha! ergo as mãos em sinal de rendição, sabe nem brincar fala sério! resmungo ao rolar os olhos em descaso. — Só vou tocar essa campainha mais uma vez se ninguém vier abrir essa porta... a voz de Nissa é cortada quando uma garota bonita, magrinha de cabelos curtos abre a porta de supetão. — Oi ela fala meio tímida, mais exibindo um sorriso gentil no rosto — Oi Nissa e eu respondemos juntas. - Vocês são... ela espera uma resposta. — Somos amigas do roy, ele sofreu um acidente e viemos visitá-lo. — Na verdade ele foi atropelado por uma patricinha, Nissa responde enquanto adentra a casa puxando-me pelo braço. — Culpa minha, eu sou a patricinha que atropelou o seu amigo, tive que reprimir um riso ao ver Nissa engoli seco assim que a estranha declarou-se culpada. — Mas em minha defesa ele também estava distraído e não me viu, ele não esperou eu frear pra atravessar na faixa de pedestre. — Atropelou ele na faixa? Pergunto de olhos arregalados. — Sim, ela responde e seu olhar e tímido, parece está envergonhada. - Eu estava meio distraída, por isso que eu estou aqui, vim me desculpar e ver se ele precisa de alguma coisa. — Onde ele está? Nissa pergunta curiosa, — Na cozinha, a senhora Harper fez café mais teve que sair, ela foi até a farmácia comprar ums remédios, eu fiquei fazendo companhia a ele. — Ah e eu me chamo Thea, ela ofereceu mão a não em cumprimento. — Eu sou Nissa, minha amiga sorrir de forma gentil enquanto aceita seu gesto educado a cumprimentando também. - Me desculpe por chamá-la de patricinha, nunca pensei que veria Nissa envergonhada. — Tudo bem, já me chamaram de coisa pior, minha cunhada que o diga, patricinha foi até fofo. Thea sorri lhe dando uma piscadela. — E você? a garota que agora eu sei que se chama Thea pergunta olhando para mim. — Eu o quê? pergunto de volta. — Qual o seu nome? você têm nome né? pergunta sorridente. — É claro que eu tenho nome, me desculpa eu só me distrai, arranho a garganta sentindo-me sem graça. - Pode me chama de Liz. respondo lhe estendendo a mão que ela aceita de bom grado. - Lis, repete meu apelido de forma engraçada. - Eu gostei de você Lis, acho que seremos grandes amigas. - Também gostei de você Thea, se depender de mim já somos amigas, fui sincera E Thea sorriu em resposta. - Vamos o Roy deve está se perguntando por que eu ainda não voltei, percebi que minha mais nova amiga estava bastante a vontade com meu velho amigo. — Quanto tempo você vai ficar com esse gesso? pergunto olhando para um Roy com a perna toda engessada. — Um mês, talvez dois, mais não sei se vou aguentar tanto tempo, é horrível ficar parado sem fazer nada! resmungou fazendo bico. - Além disso não posso nem andar se não for com aquelas muletas ali, Roy revira os olhos indicando com o dedo duas muletas no canto da cozinha. — Eu sinto muito, sei como é ficar assim, lembra quando eu me machuquei e tive que engessar o braço? — Hurrum, resmunga sem emoção e suspirando cansado. — Eu sei como você se sente já passei por isso meu amigo. — Tudo bem Lis, um mês passa rápido né? eu só tenho que esperar, dar de ombros, - A única coisa que me deixa triste é que agora não vou poder jogar futebol com as crianças por um bom tempo, mesmo depois de tirar o gesso vou ter que esperar um pouco. — Crianças? como assim criança? você têm filhos? Ai meu Deus! eu atropelei um pai de família! Thea se desespera, seu olhar assustado e olhos arregalados faz todos nós cairmos em uma gargalhada gostosa. — Calma Thea, Roy não é pai de família, seguro sua mão tentando acalmá-la. — E essas crianças quem são? pergunta sentindo-se mais tranquila. — São do orfanato, Roy e eu jogamos futebol com elas aos domingos e as vezes aos sábados também, — Ah tá entendi, ela respira aliviada. — Eu sei que já te pedi desculpas Roy, mais eu quero pedir mais uma vez, Thea sorri com certa timidez. - Me desculpe , eu sei que você não tem nada a ver com os meus problemas, mais eu estava muito chateada naquele dia, discuti feio com a bruxa da minha cunhada, e ainda acabei brigando com meu irmão por causa dela. Eu sinto muito mesmo. — Tudo bem Thea, eu também estava distraído, não foi só culpa sua, Thea sorrir satisfeita com a resposta de Roy, e tenho quase certeza que vi seu rosto corar. — Eu adorei conhecer vocês Nissa, roy , Lis, eu espero nos encontrarmos outras vezes e em circunstância bem melhores que não seja eu atropelando ninguém. — Isso seria ótimo, lhe ofereço um sorriso sincero. — Agora eu tenho que ir tenho uma festa de aniversário para organizar, você têm meu número Roy qualquer coisa me liga, e deixa um beijo pra sua mãe eu adorei conhecê-la Thea diz fazendo gestos com as mãos, ao mesmo tempo que nos dá um beijo no rosto. — Eu levo você até a porta Thea, Nissa é gentil acompanhando nossa mais nova amiga até a porta. — Então Sr.Harper! por que eu estou sentindo que você adorou ser atropelado pela Srt.Thea? encaro um Roy envergonhado esperando por uma resposta. — Ela é muito linda né? Você viu como ela é legal também? nem parece ser igual a esses riquinhos metido a b***a, foi impossível não perceber a admiração brilhando em seus olhos, Roy estava encantado pela Srt.Thea. — Sim, ela é linda e é legal também, eu gostei muito dela, apesar que ela deixou meu parceiro no campo machucado e agora eu vou ter que jogar sozinha com as crianças, — ah, mais você têm o Wiliam, ele é pequeno mais joga melhor que eu, — Isso é verdade não posso discordar, Nissa fala entrando na cozinha de supetão, - Não sei como a Lis te aguentou tanto tempo, você Harper é um verdadeiro perna de p*u. — Ei! eu jogo bem pra caramba! - Bem m*l né? Nissa sorri debochada. —Liz você não vai me defender? Roy reclama fazendo bico, — Eu? Pergunto com uma cara de inocência que obviamente ninguém acreditou. — É! você é minha amiga tem obrigação de me defender! cruza os braços indignado enquanto solto uma gargalhada gostosa. — Roy nunca passou pela sua cabeça que te aguentei no campo todo esse tempo por ser sua amiga/irmã? Pergunto com um sorriso travesso e meu meu amigo encara-me descrente — Sério isso! eu pensei que fosse mais amado! resmunga fazendo beicinho. — Você é um perna de p*u sim, mais é o MEU perna de p*u favorito no mundo todo, aperto suas bochechas e ele sorrir satisfeito. — Isso é fofo etc... e tal mais querida nós temos que ir, esqueceu que temos um evento importante hoje? Sara vai nos encontrar em minha casa pra falarmos mais sobre a festa podemos aproveitar e almoçar todas juntas, o que acha? Nissa pergunta com expectativa, seus olhos negros com um brilho especial não passa despercebido por mim. — Eu acho ótimo, já podemos ir se quiser, respondo de imediato, — Perfeito, vou mandar uma mensagem para a Sara agora, enquanto Nissa fala com a Sara me despeço do Roy. — Tudo bem você ficar aqui sozinho? quer ir para a sala, ou para o quarto? pergunto solícita. —Não precisa está tudo bem,vou ficar aqui mesmo minha mãe já deve está chegando, responde sorridente. — Nós já vamos então qualquer coisa é só ligar, falo balançando meu celular a altura de seus olhos. — Eu quero saber de tudo o que acontecer na festa tá bom, Roy exibe um sorriso travesso. — Seu fofoqueiro curioso, resmungo revirando os olhos, - Pode deixar que você será o primeiro a saber das fofocas de gente rica, respondo lhe dando uma piscadela antes de ir embora com Nissa em meu encalço. OLIVER Hoje eu estou com os nervos a flor da pele, esse com certeza é o dia mais importante da minha vida e a anciedade está acabando comigo, logo cedo fui a clínica onde vai ser feita a inceminaçao artificial na mulher que eu escolhi para ser a barriga de aluguel, se tudo der certo eu finalmente vou conseguir realizar meu sonho de ser pai — Sr.Queen, desculpe incomodá-lo mas a Srt.lance quer falar com o senhor, minha secretaria interrompe meus pensamentos, — Pode deixar entra senhorita West, e por favor traga dois cafés, —Sim Sr.Queen, trago em um minuto, Íris responde educadamente. — Sua secretaria me odeia, viu a cara que ela fez para mim? Laurel fala assim que entra em meu campo de visão. —laurel como está? Pergunto gentilmente. — Eu estou ótima e você? retribui a gentileza, — Ancioso, nervoso e preocupado. — Nossa! eu realmente não quero está no seu lugar, como foi na clínica? pergunta interessada. — Foi bem, eu acho, respondo não muito confiante, enquanto um suspiro pesado escapa de minha garganta. — Algum problema com a mulher que você escolheu para gerar seu filho? penso um pouco antes de lhe responder. — Oliver está tudo bem? - Sim, a Srt.Wilhames está de acordo com tudo, assim que o bebê nascer ele fica comigo, ela será bem recompensada por isso, não teremos nenhum problema quanto a isso, está tudo no contrato. — Então porque eu sinto que você não está tão feliz quanto gostaria? Laurel constata o óbvio, — Eu estou feliz Laurel, nesse momento meu filho está sendo gerado, não da forma convencional é claro mais eu não me importo com os meios, desde que o fim seja eu segurando meu filho nos braços. Eu só queria que a Helena também estivesse de acordo entende, — Ela ainda é contra você ter um filho com outra mulher? pergunta curiosa, — Ontem mesmo tivemos outra briga, e dessa vez até a Thea se envolveu. eu só queria que ela entendesse que eu só vou me sentir completamente realizado quando estiver com meu filho nos braços, Helena nem ao menos se esforça pra me apoiar, isso me deixa muito triste por que ela vai ser a mãe, a mãe do meu filho. Helena parece que ela desenvolveu uma espécie de alergia quanto a esse assunto, porque toda vez que eu toco nesse assunto ela dá um jeito de mudar imediatamente o rumo da conversa, tudo o que eu quero é completar minha família, falo tudo de uma vez sem nem ao menos respirar. — Oliver você sabe que pode sempre contar comigo, Sara Tommy Cait e a Thea, Laurel fala de forma gentil e eu sinto compaixão em sua voz. — Eu sei, vocês são minha família, e por isso eu disse que quero completar com a chegada do meu filho, esse é meu sonho Laurel, eu não vou desistir de ter um filho, digo com veemência — Nem se esse filho custar seu casamento? pergunta erguendo uma sombrancelha. — Nem que isso custe o meu casamento, sou sincero e Laurel assente. — Mudando de assunto, suspira dando uma pausa - Como está a organização da festa? — Thea está organizando tudo, confio em minha irmã, tenho certeza que vai dar tudo certo, sorrio orgulhoso. — Eu também confio na Thea, Sara já contratou a pessoa responsável pelas fotos, a namorada dela é fotografa, Sara disse que ela é uma excelente profissional, e tem uma amiga que é tão boa quanto ela que vai ajudar... — Laurel têm certeza que a fotografa é profissional? eu não quero nenhum trabalho amador, essa festa é importante, não permiti a impressa justamente por quero que a divulgação seja precisa, fotos específicas de família, e amigos nada mais, não quero divulgação desnecessária. — Oliver Sara me garantiu que essa parte já está tudo sobre controle, e eu também confio na minha irmã, ela é muito responsável vai dar tudo certo. — Eu espero que sim, digo suspirando, — falou com o Tommy hoje? pergunta curiosa, — Sim! na clínica, eu falei bem rápido na verdade, assim que cheguei lá fui direto falar com o doutor chase, ele que vai fazer a inceminaçao, encontrei o Tommy quando já estava vindo embora, ele também estava com pressa tinha que atender uma moça em um desses exames ginecológicos. — Pensei que você fosse estar presente no momento do procedimento, quer dizer, era o que você queria não era? — Sim, mais a Iris me ligou dizendo que meu querido sogro queria falar comigo e que era urgente, reviro os olhos. — Não estou sabendo de nenhuma reunião de última hora, Laurel fala pensativa, — Por que o Sr.Berlinele quer falar com você? e aqui na empresa? Laurel parece pensar — É isso que eu quero saber, pelo que a íris disse ele estava muito agitado, eu só vim ficar um pouco aqui antes de ir ver o que ele quer comigo, sabe, nos últimos dias ele anda muito estranho, vai sempre lá em casa, mais que o normal na verdade. — Oliver toma cuidado, eu não gosto muito desse seu sogro, eu sempre achei ele estranho só toma cuidado tá bom. — Não se preocupe com isso Laurel, ele só parece estranho mais não faz m*l a ninguém. agora eu vou lá ver o que meu querido sogro quer comigo, te vejo a noite na festa. — Até a festa então, Laurel fala se despedindo de mim com um beijo no rosto. Assim que Laurel saiu da minha sala fui ver o que tanto Frank quer falar comigo. — Então Frank o que queria falar comigo? vou direto ao ponto, não tenho tempo nem vontade de me demorar nessa conversa, — Oliver me desculpa por tirar você do seu compromisso na clínica, Helena me ligou e disse que você estava em um momento importante, — E mesmo assim você não se importou em mandar me chamar, minha secretaria disse que era algo urgente, respondo indignado. meu cérebro alertando-me se isso não foi de propósito, Helena sabia como esse dia é importante para mim. — Ela deve ter exagerado um pouco, mais sim, o assunto é importante, - Vá direto ao ponto, sou firme em minha voz. — Oliver eu não acho que você deva fazer negócios com os russos, não acho eles confiável, Frank fala me analisando, seu olhar pesado deixando-me confuso. — Sério! eu penso totalmente o contrário o Sr.knyazev me parece um homem honrado e está disposto a investir dez milhões no nosso projeto, eu já tomei a minha decisão, na segunda vamos assinar o contrato, respondo confiante e Frank torce o rosto em desgosto. — O concelho está de acordo com essa sua decisão? pergunta em um tom acusatório. — Você saberia disso se tivesse vindo a reunião, mais sim, o concelho está de acordo e a votação foi unânime , sorrio satisfeito. — Slade ficou meio indeciso na hora mais por fim ele decidiu e todos concordaram que esse contrato com os russos é o melhor para nós nesse momento, digo exibindo um sorriso mais que vitorioso. — Ah, e Frank antes que você saiba por terceiros, Slade vai me vender os quinze por cento restante das ações dele, depois da festa vamos acertar tudo espero que tudo bem para você. — Por mim não têm problema Oliver, negócios são negócios certo? Frank força um sorriso tentando não transparecer seu aborrecimento mais falhando miserávelmente, percebi seu desgosto em saber que Slade vai me vender suas ações. — Você também têm quinze por cento das ações da Corporação Queen, você às comprou a um tempo atrás quando precisei vender, eu não sabia que você tinha interesse em se associar a corporação Queen, mais Helena me disse que você tinha interesse e agora você também é um sócio, espero que tudo bem eu comprar as ações do slade, ele disse que ofereceu somente para mim, Assim que eu às comprar terei quase toda a empresa em meu poder novamente, isso não é ótimo? — Sim é ótimo Oliver, por mais que tente Frank não consegue disfarçar seu desgostoso. — Nos vemos na festa mais tarde? Pergunto interessado. — Claro, nos vemos mais tarde, meu sogro responde sem emoção antes de sair batendo a porta. Voltei para minha sala e assim que cheguei dei de cara com meu amigo Tommy esparramado em meu sofá. Folgado! — Cara acabei de passar por seu sogro, e parece que ele está uma fera, Tommy exibe um sorriso divertido ao fala, — O que aconteceu? pergunta curioso. — Parece que a Laurel tinha razão em me pedir para tomar cuidado com o Frank digo pensativo. — Acho que ele não ficou nenhum pouco feliz com as últimas novidades, constato o óbvio, — Novidades? Tommy franzi o cenho confuso — Vou comprar as ações do Slade, percebi que ele não ficou muito satisfeito com isso. suspirei pesado. — Mais e você está fazendo o que aqui Tommy? Pergunto preocupado. — Como eu sou seu melhor amigo/ irmão, vim te dar a notícia pessoalmente fala sorridente, — Notícia? que notícia? Pergunto nervoso. — Mesmo que eu não seja o médico que será o responsável por realizar seu sonho de ser papai, Tommy fala piscando os olhos frenéticamente. — Eu pedi para o chase me deixar te dar a notícia, e também ele tava muito nervoso, — Nervoso? como assim nervoso? teve algum problema com o procedimento? pergunto preocupado. — Tommy, o chamo meu tom de voz saindo um tanto desesperado. —Calma papai!, ele fala fazendo gestos com a mão deixando-me ainda nervoso. — O procedimento foi um sucesso, deu tudo certo, eu até estava presente na hora da inceminaçao, minha paciente faltou então eu fui ver de perto todo o processo já que você não pôde está presente, Tommy exibe um sorriso cúmplice assim que termina de falar. — Obrigada Tommy, não sabe como isso me deixa feliz, sou sincero, — Agora é só esperar, fecho os olhos tentando me acalmar enquanto respiro soltando o ar de meus pulmões. — Quanto tempo eu tenho que espera pra saber se a gravidez está em andamento? Pergunto curioso — Um mês, Tommy responde confiante. — Daqui a um mês você já vai saber se está tudo bem e se a gravidez foi adiante, responde sério e oferecendo-me um sorriso confiante. - Esse com certeza será o mês mais longo da minha vida, constato o óbvio. — Calma Oliver, tenha confiança que tudo vai dar certo, Tommy tenta me animar. —Eu espero que sim Tommy, porque eu não vou aguentar passar por mais uma decepção.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR