Marie Point of View
- Me dê um C, (cool) legal seja muito legal para mim, me dê um A, ( Always) sempre me dão o que eu quero, e agora um R, (right) bem, você irá me tratar bem T, (terrible) sim bem sou terrível, eu posso provocar uma briga, em seguida E, (Elegante) mas saiu com elegância e agora R, ( Really) realmente meus truques são incríveis - Ouvia a Carter soletrar seu nome no ritmo de uma música das líderes de torcida, ela mexia em suas batatas fritas como se fossem pauzinhos dançantes enquanto eu encarava aquela apresentação i****a mas que ainda tinha sua graça
- Olá amores- Carla chega com um sorriso cheio de gloss, aceno com um mínimo sorriso vendo Carter sorrir deixando de lado a suas batatas dançantes
Percebo que parte do alunos já estavam na lanchonete mas a minha vontade de comer estava em zero por cento, olho em minha frente vendo líderes de torcida com sorrisos, elas acenam e com certeza tem em mente como uma "s*******o" como eu está sentada nessa mesa, vejamos, todos que realmente se sentam aqui são populares.
Mais uma vez voltando as características de todos e por vez a sua escala social estudantil, o Matt é o melhor jogado do time de basquete ou talvez um dos assim como o Harry e Louis porém o Matt não tem uma graça própria para conseguir "popularidade instantânea", por mais que seja amigo de todos os que estão no time ele não deixa de está nessa mesa assim como a Carla uma das líderes, por vezes ela está na mesa deles mas nem sempre. Parte dos estudantes acreditam que eles namoram
O Louis também está no time mas pelo que parece apenas para não ser considerado nerd e ter garotas, ele é ótimo em matemática e por isso está cursando algo relacionado e também está no time o que lhe faz ter garotas, , em seguida temos o Harry que como disse está no time e namora a Carter a garota mais gentil e na minha opinião mais popular, eles são o casal mais invejado na escola simplesmente por gostarem um do outro. O Nick é o misterioso bonito que todas queriam se sentar ao lado na hora do almoço e que por sinal está sempre a sumir e com um cigarro na boca por mais que seja errado fumar nos corredores, por fim a seguidora da Carla, Lise, ela é inteligente e familiar da Carla, não sei como a suporta.
Nessa cadeia alimentar eles são os que estão no topo, eles não vão atrás da cassa, ela os seguem, todos veneram cada um nessa mesa, no rosto de cada está o desejo por fazer parte dessa mesa, são adolescentes idiotas que m*l percebem que ninguém aqui se importa. Todos tem boa classe social mas acredito que nessa faculdade exista outra classe social e cada grupo é responsável por algo, isso vai desde o ponto certo ao errado que com o passar do tempo eu vou descobrir cada um.
Em toda a universidade eles são conhecidos, os professores os amam mesmo que eles não estudem tanto como alguns, as garotas os veneram, os garotos querem ser como os rapazes enfim, alguns deles não todos, existe sempre os considerados idiotas sendo estes o Matthew e a Carla mas ninguém realmente fala isso para eles.
- Eu vou da uma volta - Informo levantando da mesa, todos concordam antes de realmente ir
Saiu pelos corredores vendo os alunos andando de um lado a outro, acho uma boa hora para ligar para a minha mãe. Me apresso a ir para um dos três jardins da universidade, vou ao perto dos domitorios, lá não vai tanta gente apenas alguns alunos que moram aqui e por vezes esquecem algo no quarto.
Disco o número da minha mãe me certificando se não há alguém em volta, enquanto espero ela atender lembro da noite anterior, do apagão na festa e em seguida a carona do Nick, ele é realmente um bom rapaz, talvez seja como eu, não tão ligado em festas, ele com certeza prefere ficar sozinho quanto cercado de pessoas.
- Alô?
- Alô mãe - Não evito sorrir assim que ela atende a chamada, una sensação de alívio passa pelo meu corpo e é como se toda aquela tensão de ser assassinada ou perseguida tivesse passado
- Meu amor como está por ai? Onde você está? - Ela parece preocupada
- Eu... - Penso um pouco melhor suspirando - Oeste da Inglaterra, estou aqui desde o inicio da semana mas irei partir em breve
- Se cuida está bem? Estamos tão preocupada - Ela funga me fazendo partir por dentro em saber que não posso abraçá-la, mas não iria perguntar se ela está bem ou o que há de errado, não tenho mais essa sensibilidade e não irei saber como agir quando ela falar a verdade - Me sinto tão triste em saber que está longe para nos por seguras, eu quero minha garotinha de volta, desculpe não ser a mãe presente, sei que depois da ida do seu pai você se sentiu sozinha e ...
- Mãe para - Seguro as lagrimas respirando fundo enquanto olho percebendo que estou praticamente sozinha aqui - Esqueça a morte do papai, não importa eu entrei nessa por que quis e vou sair também, é questão de tempo, eu vou enviar o dinheiro que tenho aos poucos, quero vocês longe da Inglaterra o mais rápido possível
- E quanto a você? Como vai viver mandando todo o dinheiro que tem ?- Ela parece tensa e preocupada ainda assim triste
- Eu tenho muita grana, não precisa se preocupar com isso, eu comprei duas passagens para o Havaí em quatro semanas, elas chegam ai em quatro dias, é tempo suficiente para vocês inventarem alguma desculpa para as amigas da vovó e arrumar as malas, prometo que em três meses quando resolver tudo eu irei até vocês
- Três meses?- Ela tenta controlar o grito- O que vai fazer Marietta? Eu não posso lhe deixar aqui e ir para outro continente, você não pode ficar sozinha pelo mundo assim
- Mãe, apenas faça, eu sei me virar, eu vou ter que sumir do mapa por um tempo, há novas identidades e documentos nos passaportes, há novos telefones por isso jogue esses fora, não atendam nenhum telefonema durante o resto da semana, tanto fixo quanto no celular, eu ligo quando vocês chegarem lá no Havaí, haverá uma garota chamada Jersey, ela vai lhe ajudar lá, é de confiança
- Eu não posso lhe deixar, ainda mais por duas semanas por favor, esqueça isso, o Joseph também vai esquecer - Escuto ela chorar do outro lado da linha
- Tenho que ir agora, vão fazer as malas, só levem o necessário, teremos uma nova vida, eu prometo, amo vocês - Desligo antes dela me impedi de fazer isso.
Parece que há um peso pronto para sair das minhas costas mas não é tão fácil assim, sei que apenas um dos meus problemas estão resolvidos, sou mesmo uma i****a que só faço m***a, onde fui me meter mas tudo bem, isso vai acabar em breve. Aida assim uma sensação estranha permanece, talvez como se estivesse sendo vigiada, olho para todos os lados possíveis vendo não ter ninguém, decido sair daqui, não é uma boa sensação e tambem o que deveria fazer já fiz
- Está tudo bem?- Me assusto quando escuto alguém bem perto, olho por cima do ombro vendo ser o Matt, ele está suado e parece que estava a treinar ou algo do tipo, por mais que não houvesse competições reais, pelo menos uma vez no ano a coordenação dessa universidade organizava jogos, para alguns como alunos que conseguiram pela bolsa, é algo muito importante, as garotas organizam torcidas, os rapazes correm soados, parte da escola torce e outros vão para casa, como eu, pelo menos assim espero.
- Sim, você não deveria está no refeitório?- Pergunto o vendo dar de ombros
- Eu estava correndo enquanto a o intervalo e você? Deveria ser eu a perguntar
- Fui fazer uma ligação- Volto a sentir a mesma sensação de ser observada, não era o Matt, pelo menos ele estava arrumando o cardaço- Tenho que ir agora, até Matt- Saiu sem da qualquer explicação, não deveria andar sozinha mas ainda assim já consigo vê vários alunos a se movimentarem, sem contar que estamos em uma universidade, não é tão fácil ficar realmente sozinha.
- Hey pode cair - Escuto uma risada famíliar, olho para o lado vendo o Louis com um livro na mão, decido ir com ele até a sala, pelo menos não iria está sozinha
As aulas passam normalmente, não vejo o Nick, Louis e o Harry depois de ter voltado ao refeitório, até porque já estava realmente em cima do horário, Carter tinha uma aula comigo hoje, estatística avançada. Pego a chave do meu carro saindo da universidade em direção ao estacionamento, Carter e o Harry iriam ao cinema e haviam me convidado mas apenas neguei, não queria atrapalhar a vida do casal por mais incrível que fosse a sensação de não está "sobrando" com eles ainda assim preferi ficar em casa
Antes de entrar no carro olho em todas as direções, estava preocupada, talvez o Joseph estivesse me achado, não era uma coisa tão boa se sentir uma foragida, principalmente de alguém que amou.
Assim que abro a porta do carro sinto a presença de alguém me fazendo virar para trás e da de cara com o Nick e um meio sorriso
- Desculpe se lhe assustei - Ele coloca a mão no seu casaco me fazendo respirar fundo de forma silenciosa
- Você tem algum poder sobrenatural? - Ele rir do que eu digo - Eu não lhe vi chegando,será sempre assim? Por que eu posso me acostumar - Ele n**a ainda com o sorriso
- Deve se acostumar, é um dos meus defeitos... se essa é a palavra certa - Ele morde o labio não propositalmente malicioso mas para evitar um sorriso i****a, mesmo assim explicito
- Quais seus defeitos?- Pergunto curiosa pela forma que ele parece está em relação a seus defeitos, mas apenas da de ombros
- Um dia vou lhe mostrar - Ele sorrir de uma forma estranha mas em seguida abaixa a cabeça - Apenas queria saber se poderíamos fazer o trabalho hoje - Volta a olhar nos meus olhos
- Sim, claro- Percebo que já são praticamente quatro da tarde, não iria sobrar assim tanto tempo mas não tenho outra coisa para fazer, principalmente por já está escuro, odeio o inverno e a forma como o sol vai embora no meio da tarde e tudo já está escuro
- Podemos ir para a minha casa - Ele assente
- Claro, vai na frente que eu lhe sigo- Ele aponta por cima do ombro para o seu carro, era um carro muito bonito, preto e era o modelo de uma caminhonete, não sabia o nome, nunca foi o meu forte nome de carros mas estava claro que ele era um aluno com ótimas condições
- Está bem - Entro no meu carro, um Opala roxo, era do meu pai e mesmo não me importando tanto com carros eu sabia o seu nome, talvez essa fosse a unica lembrança que tive dele que não foi perdida com tantas mudanças, minha mãe ficava assustada dos assaltantes quererem fazer algo com a nossa familia, foi então que tudo começou, cansei de fugir e parecer um gato com medo de ser molhado, encontrei o Joseph e tudo que pareceu ser a solução dos meus problemas na verdade não era
Ligo o carro e dou partida vendo em seguida o do Nick logo atrás de mim, talvez esse trabalho fosse realmente uma porta para eu esquecer os meus problemas idiotas, seria uma válvula para esquecer o Joseph e toda a m***a que eu participei, minha mente parada seria apenas uma forma de pensar mais sobre tudo isso, trabalhar seria a melhor opção sem contar que mesmo muito misterioso o Nick me parece ser alguém legal.