SAM — Hey, Théo? — Subo em cima dele e sento em cima do seu abdômen definido e desnudo. Ele ainda está com os olhos fechados, mesmo que já seja quase 10:00 da manhã, e um dia claro raia lá fora, com os raios solares entrando pelas janelas abertas do quarto. Eu já fiz um esquema detalhado sobre como o nosso dia vai ser (estamos de folga hoje), e a primeira surpresa é trazer o seu café da manhã na cama. — hum? — Ele abre os olhos, mas ao contrário de mim quando acordo, ele não fica com cara de bobo ou meio desorientado. Seus olhos são afiados por natureza, e ele garra a minha cintura um segundo depois que desperta em 100%. — Feliz aniversário, senhor. Trouxe café da manhã para você. — Explico, inclinando levemente a cabeça para a direita e apontando para a bandeja repleta de coisas, q

