SAM
Juntando toda as formas que tenho, ergo o olhar para encarar o seu belo rosto. No seu pescoço, o pomo de Adão sobe e desce tranquilamente; o queixo quadrado e o maxilar trincado estão sombreados pela barba curta; os lábios dele me fazem lembrar da sensação de beija-los, e só isso é o suficiente para que eu queria tê-los em mim novamente; o nariz empinado e grande dele lhe dá um certo ar agressivo, principalmente quando combinado com o olhar escuro e as sombrancelhas grossas. O cabelo preto com alguns fios brancos completam esse conjunto inteiramente másculo e maduro.
Eu quero muito toca-lo, mas ainda não criei coragem para isso. E o seu p*u enorme a centímetros do meu alcance está sendo uma tentação agonizante.
— você parece está um pouco assustado, loirinho. Está com medo? — senhor Theodoro ergue aquela mão grande e toca meus cachos loiros, sem desviar os olhos dos meus.
— E-estou... — minha voz sua um pouco trêmula.
— Não tenha medo de mim. — ele diz, embora seja difícil me concentrar nas suas palavras quando estou ciente de onde estou sentado, com seu corpo gigante sob mim. Ele praticamente me come com os olhos, e no seu olhar há uma promessa do que vai acontecer logo logo, me fazendo praticamente derreter contra ele.
— Sabe porque te tirei daquele quarto e o trouxe para cá? — a sua voz faz um arrepio subir pelo meu pescoço. Mesmo quando está falando tranquilamente, é como se fosse uma ordem, o rugido de um alfa que me faz querer ficar de joelhos para ele.
— N-não... — Balanço a cabeça para os lados.
— Essa é a sua primeira vez. — Théo explica, movendo a mão que brinca com meus cachos para segurar o meu queixo. Ele toca o meus lábios com o polegar, traçando o contorno deles, e eu preciso me segurar para não chupa-lo. Quero dizer alguma coisa para ele, mas não consigo controlar minha língua.
— Eu não sou muito fã de sexo baunilha, mas serei bem convencional dessa vez. — observo em câmera lenta aqueles lábios se aproximarem de mim. Não faço ideia se estou respirando ou não, se estou raciocinando ou não, tudo o que consigo sentir é as coxas grossas contra a minha b***a e a sua mão segurando meu queixo.
Primeiro ele enterra o rosto no meu pescoço, chupando a minha pele sensível e arranhado-a com as suas presas e a barba áspera. isso me deixa praticamente louco, me fazendo inclinar a cabeça para trás e expor toda minha garganta para ele.
Théo move sua atenção para a minha orelha, capturando o nódulo entre seu dentes e me fazendo gemer alto. Suas mãos agarram a minha cintura com força e eu tenho ciência do seu p*u pressionado contra o meu estômago, mas tudo em que consigo pensar agora é na sua boca em mim. Ele desce um pouco os lábios e mordisca o meu queixo, para por fim capturar minha boca num beijo agressivo.
Sua língua preenche minha boca em estocadas profundas e vorazes, me deixando sem ar em poucos segundos. A nossa saliva se mistura e eu sinto o seu gosto delicioso contra a minha própria língua, mas não é o suficiente, eu quero muito mais, e quando ele desgruda os lábios dos meus, eu fico meio que desesperado.
— Calma, loirinho. Temos a noite toda. — ele diz, e até isso parece uma ordem afiada vindo dele. Eu gemo baixinho e concordo com a cabeça, tendo a vaga sensação de que ele está tirando a minha camisa e puxando-a por cima da minha cabeça.
Não consigo pensar ou ver mais nada a não ser ele. Quero ser dele. Quero que minha primeira vez seja dele. Quero tanto esse homem que dói.
Théo analisa o meu peito com aquele olhar que me deixa nervoso e e******o ao mesmo tempo. Tenho vontade de tentar me cobrir, com vergonha do meu corpo. Sou magrelo e pálido demais, mas ele me olha como se visse algo extraordinário.
— Você é lindo, Santiago. — Ele diz, tocando de leve um dos meus m*****s duros e me fazendo soltar um gritinho de surpresa e prazer.
— Adoro os seus m*****s. Vou fazer você gozar só chupando-os.
— A-ah... — O meu controle todo se esvai, enquanto eu agarro os seus ombros largos.
— Mas não será hoje. — ele continua, me encarando com aqueles olhos carregados de desejo e luxúria. Suas mãos ágeis vão até o botão da minha calça e o abre rapidamente, e para que ele consiga a retirar com mais facilidade, eu levanto um pouco.
Antes que eu consiga sentar nas suas coxas novamente, vestindo apenas a cueca Boxer Branca, ele agarra a minha cintura e me coloca deitado nos travesseiros, invertendo as nossas posições.
Seu olhar varre cada centímetro do meu corpo, enquanto ele fica sobre mim, apoiado nos joelhos e cotovelos.
— Você é perfeito. — ele diz, agarrando os meus pulsos e os segurando acima da minha cabeça. Estou totalmente a mercê dele agora, e isso me deixa ainda mais louco. Consigo ver o meu p*u duro na cueca, eu não sou grande, mas estou praticamente furando a cueca de tão duro.
Observo ele abaixar o rosto lentamente no meu peito, sem desviar os olhos escuros de mim. Respiro fundo e sinto o meu corpo todo tremer, mas nada me deixa preparado para a onda de prazer que atinge o meu corpo assim que sua boca envolve o meu mamilo, chupando-o com força. Cada célula do meu corpo reage a isso, formigando, delirando sem parar.
Olhando de relance para ele, vejo que agora seus olhos estão fechados, enquanto ele suga o meu mamilo com força e habilidade. Um choramingo escapa do fundo da minha garganta quando quando os seus dentes me prendem e sua língua brinca com o bico do meu mamilo.
— S-senhor... P-por favor!! — suplico, sem saber o certo o que eu quero, mas com certeza preciso de mais dele. Mas Théo não me ouve e continua me chupando, de forma mais bruta dessa vez, fazendo o prazer e uma pitada de dor se misturar dentro de mim num turbilhão. Um grito engasgado espada de mim quando ele move sua atenção para meu outro mamilo, repetindo tudo que fez com o primeiro.
As suas mãos apertam os meus pulsos com mais força, enquanto ele esfrega o seu m****o grosso e duro na minha cueca. Num movimento ágil, ele solta um dos meus pulsos e agarra a minha b***a de forma voraz, mas antes que eu apressie a liberdade de um dos braços, a sua outra mão agarra o meu outro pulso também. Seus dedos são tão longos que ele consegue segurar minhas duas mãos sem qualquer problema.
— A-ah... P-por favor s-senhor! — suplico, completamente fora de mim enquanto me esfrego no seu m****o grosso, sentindo o seu peitoral musculoso contra mim. Os pelinhos que o cobrem me deixa ainda mais louco.
Parando de chupar os meus m*****s, ele ergue a cabeça e me encara. Nós ficamos nos encarando em silêncio por algum tempo. O seu olhar feroz me faz choramingar novamente. Sua expressão é de um macho alfa no auge do poder, pronto para tudo, dominando o seu ômega submisso.
A sua mão que está na minha b***a agarra a parte de baixo da minha cueca, mas ele não a puxa pelas minhas pernas, e ao invés disso, simplesmente a rasga, expondo-me totalmente para ele.
— Olhe só você, Santiago. Seu cuzinho está implorando por mim. — ele diz, e eu não tenho coragem de responder. Solto o ar com força e o observo, enquanto seus dedos ágeis descem pela minha b***a, até chegar naquele ponto intocado, sem que ele desgrude o olhar de mim por um segundo sequer.
Quando ele esfrega o dedo na minha entrada, lágrimas de puro t***o de formam nos meus olhos enquanto eu gemo baixinho. Ele parece gostar disso, porque um sorriso largo se forma naqueles lábios.
— A-ah!! — gemo alto quando ele enfia a ponta do meu dedo em mim. Sinto a sua mão lambuzada, mas não lembro de tê-lo visto pegar lubrificante. Talvez estivesse tão atordoado que não o vi fazer isso.
— Tudo isso é para mim, Santiago? — ele provoca, enfiando apenas a pontinha do dedo em mim, antes de retira-la, apenas para repetir o processo logo em seguida. Foi um pouco desconfortável no início, mas o lubrificante ajudou, e agora eu não consigo pensar em mais nada a não ser naquele dedo me fodendo.
— S-sim... — suplico, enquanto ele mete mais o dedo em mim.
— Aqui fica a sua próstata, loirinho. — ele explica, tocando um ponto estranho dentro de mim que faz todo o meu corpo tremer sem parar. Um gemido alto escapa de mim quando ele massageia aquele ponto, que parece reunir todas as terminações nervosas do meu corpo. Um calor descontrolado percorre minhas veias, se instalando nas minhas bolas e subindo pela minha espinha.
— Quer meu p*u aqui? Dentro do seu cuzinho? — Ele exige.
— S-sim... Senhor. — respondo, sentindo-o invadir o meu buraco mais ainda.
— você terá, loirinho. Daqui para a frente eu vou te comer sempre que quiser. f***r esse seu buraquinho como e onde eu quiser. E você nunca, nunca vai negar a mim. — a promessa explícita nas suas palavras é carregada de dureza e virilidade.
— Sim, s-serei seu. — Gaguejo, completamente submisso, tremendo e gemendo sem parar.