Enrico
A Samantha parecia uma bezerrinha, mam@ndo o p@u do Vinci e o meu, gulosa. Ela colocava tudo dentro de sua boca e chup@va com praze'r.
Quando Vinci retirou o seu p@u de dentro da boca da Samantha, imaginei que ele já estava chegando ao orgasm0 e que esse seria o motivo de optar por não estar mais disposto a se perder ali mesmo.
A boca da Samantha então ficou toda devotada ao meu c****e e eu não me importei de go'zar naquele momento, despejando toda a minha p***a dentro dela.
— Engole tudo. — Falei e ela prontamente atendeu ao meu comando, não deixando escapar nenhuma gota do meu esperm@.
Eu sabia que conseguia me recuperar rapidamente, ainda mais com o incentivo visual diante de mim, com o Vinci aproveitando-se do fato de que eu já havia chegado ao clímax.
Ele estava agora colocando a Samantha em cima da mesa de seu escritório e abrindo bem as suas pernas, exibindo toda a sua b0ceta depil@da para nós, uma visão que foi bastante estimulante.
Foi a minha vez de ajoelhar, mas em frente da mesa, de modo a poder chup@r a b0ceta carnuda da Samantha, que já estava toda molhada com seus líquidos e seu cheiro era algo que me fez primeiro beijá-la.
Comecei a chup@r de maneira lenta, introduzindo a língua o máximo que podia em seu canal vaginal e sugando o clit0ris duro.
— Ah, que gostos0! – Ela gemia, se contorcendo de praze'r com a minha língua em sua bocetinha.
Vinci, que por enquanto estava apenas olhando o que fazíamos, se aproximou e começou a massagear os se'ios generosos da Samantha, a beijando na boca.
Enquanto ele estava em cima, eu estava trabalhando na parte de baixo de seu corpo e a Samantha praticamente gritava de tanto praze'r, com todas as sensações que estávamos despertando nela ao mesmo tempo.
Quando senti seu orgasm0 em minha boca, depois de engolir cada gota que saiu de sua b0ceta, me afastei, me levantando do chão onde estive de joelhos e a puxando para que agora ficasse deitada de bruços por cima da mesa, empinando seu rabinho para mim e aproveitando a posição para introduzir meu dedo em seu buraquinho apertado, a fazendo se contorcer ainda mais.
— Eu... eu... — Ela gaguejou, nervosa.
— O quê? — Perguntei com um sorriso.
— Não venha me dizer que você nunca sentiu um p@u dentro desse rabinho apertado... – Vinci falou de modo sacana, ao perceber que ela parecia bastante nervosa por eu estar penetrando o meu dedo no seu cuzinho.
Ele aproveitou o momento e também aproximou seus dedos do orifício, e juntamente com o meu que já estava dentro, colocou o seu, e agora a Samantha tinha não apenas um, mas dois dedos dentro do seu cuzinho virgem.
— Não... eu... tenho medo. — Ela confessou, entre gemidos. — Está doendo muito!
— Vai doer sim, sua p*****a deliciosa. — Eu concordei, afinal, não necessitava mentir para ela. — Mas é uma dor muito gostos@ e que você vai pedir por mais e mais, tenho certeza disso.
— Isso mesmo. — Vinci reforçou. — Você vai gostar, não se preocupe.
Tiramos os nossos dedos ao mesmo tempo e ela pareceu lamentar o vazio repentino em seu rabinho, empinando ele ainda mais para nós.
— O que você quer? — Perguntei, ao ver que ela estava se contorcendo e empinando a bund@ em nossa direção.
— Eu quero você. — A safada pediu.
— O que você quer? — Vinci insistiu.
— Quero... seu p@u. — Ela falou, ainda deitada na mesma posição, de bruços sobre a mesa do escritório, apenas esperando para ser preenchida por nós dois e pingando de ansiedade por isso.
— Aonde você quer o meu p@u? — Perguntei, já empunhando o meu c****e e passando ele na a******a molhada.
— Dentro de mim. — Ela pediu, gemendo. — Quero tudo!
— Eu quero que você diga aonde você quer o meu p@u. — Eu queria ouvir ela falasse com todas as letras, o que ela estava pedindo.
A sensação de ter uma mulher clamando para ser plenamente comida por dois caras era muito estimulante, algo realmente fantástico e conseguia deixar o se'xo ainda mais gostos0 e excitante.
— Na minha... Ahhh... — Ela gemia sem parar, agora que o Vinci também estava esfregando seu p@u nela. — Na b0ceta.
Empurrei todo o meu p@u de uma vez em sua b0ceta, como ela tinha suplicado, socando muito forte em sua entrada molhada. Empurrava e tirava o c****e, enquanto ela gemia descontrolada.
O Vinci agora estava se masturbando, enquanto acompanhava a cena e sua expressão era de puro praze'r.
— Eu quero comer o cuzinho. — Ele avisou, passando o dedo no orifício enrugado e ainda virgem.
Retirei o meu p@u de dentro da b0ceta da Samantha e caminhei até o sofá, sentando-me.
— Senta aqui no meu p@u, Samantha. — Chamei.
Samantha levantou- se da mesa com bastante agilidade, tendo em vista que até poucos segundos eu a estava praticamente massacrando com as minhas estocadas potentes.
Ela então caminhou até onde eu estava e segurou no meu c****e, ajeitando-o e o colocando em sua b*******a macia, que pingava em cima de mim.
— Ah... Ah.. — Gemeu, enquanto subia e descia no meu p@u, em movimentos enlouquecedores.
— Empina esse rabinho para mim, vai, gostos@. — Vinci pediu.
Eu a ajeitei melhor sobre o meu m****o, de modo que ela ficasse com o r**o bem levantado na direção do meu sócio e o Vinci então se aproximou por trás, se colocando aos poucos dentro do buraquinho da Samantha, que parecia ser ainda mais apertado que a sua b0ceta gostos@.
Com a introdução de mais um p@u dentro da Samantha, eu senti o meu quase ser esmagado, de tão apertado que se tornou o canal da sua v****a e aquilo me desejou louco de tanto desejo.
— Ahhh, que gostos@! — Eu estava quase a urrar de praze'r.
— Tá doendo... ai! — Ela começou a gritar, me deixando com ainda mais tesã0, se é que aquilo era realmente possível.
— Quer que eu me retire, safada? — Vinci ainda perguntou,
Estava bastante nítido o quanto o meu sócio parecia se sentir satisfeito em estar penetrando aquele r**o virgem, empurrando com força o seu m****o dentro do cuzinho dela, fazendo com que a Samantha se balançasse com os impulsos que os movimentos dele faziam e que seus se'ios pularem, chegando até mesmo a bater em meu rosto.
— Não... não para... Tá gostos0... — Ela continuou a gemer, sendo comida por nós dois e visivelmente satisfeita por isso.
— A p*****a é gulosa. — Falei com um sorriso, tentando me empurrar ainda mais dentro dela, que era muito apertada.
- Aiii... Aiii...- Ela gritou quando empurrei ainda mais fundo, junto com o Vinci.
A sua b0ceta me apertava e a sensação de ter o Vinci empurrando o seu p@u também pelo seu outro orifício, fez com que eu gozasse rápido demais para o meu gosto.
Esporrei tudo dentro dela, continuando a me mexer ainda dentro de sua b0ceta melada, mesmo já tendo despejado até a última gota em seu canal.
– Aaaahhhhh!!! — Vinci gritou, parecendo chegar ao clímax também. — v***a gostos@!
Samantha caiu sobre mim, provavelmente exausta, e eu puxei seu rosto para um beijo quente e consolador. Ela havia sido muito generosa em dar para nós dois e gostos@ era pouco para descrever aquela mulher maravilhosa.
Nos beijamos, e eu suguei a sua língua macia com praze'r. A Samantha era realmente muito boa no se'xo e tinha conseguido satisfazer a nós dois, com toda a certeza.
Mas eu ainda não estava saciado.