Quando o tiroteio começou, a Mirela estava comigo e meu maior medo era que alguma coisa acontecesse com ela, por isso, me esforcei ao máximo para nada acontecer com a minha mulher e para a manter em segurança a coloquei na casa de um dos moradores da favela. — Meninos, faça a proteção dessa casa, não deixe ninguém encostar na minha mulher — rosno. Sigo correndo pela favela trocando tiro, não sabia quem estava invadindo, mas a situação estava muito frenética e o meu desejo era que isso acabasse bem, que nada, nem ninguém fosse capaz de afetar a minha mulher e a minha família. Seguir correndo para a nossa concentração na praça e o JN estava lá tocando o terror e atirando nos alemães. Me aproximei dele e ele não perdeu tempo para me explicar o que estava acontecendo. — Irmão, é o Palermo

