No dia seguinte, acordei sozinha, sem que meus pais precisassem me chamar. Eram seis horas da manhã quando desci para a sala. Ninguém estava acordado ainda e eu fiquei ali, sentada em um dos sofás em silêncio. Na mesma hora, a lembrança de Stefanni surgiu em minha cabeça e a vi sentada comigo em uma outra ocasião, naquele mesmo sofá. Lembro que estávamos assistindo um filme e ela não parava de me beijar. Quase não prestamos atenção no que estava acontecendo. Tínhamos feito bolo e comprado vários tipos de chocolate. Aquele dia foi muito bom e pensar que eu nunca mais teria daquele dia com Stefanni, me fazia sentir como uma falta de ar. Quase como uma síndrome do pânico. Meu coração doía demais. - Senhor? Por que não me leva, também? - disse, minha voz estava embargada e as lágrimas

