Isabela narrando A sala de estar, com a luz do entardecer pintando as paredes, parecia um refúgio seguro. O calor do corpo de Lucas contra o meu era uma âncora no meu turbilhão de emoções. Nossas respirações ofegantes se misturavam, e o som era a única coisa que eu conseguia ouvir. Ele me conduziu até o sofá, e eu me sentei em seu colo, uma atitude impensada, mas que parecia a coisa mais natural do mundo naquele momento. As suas mãos, que antes eram de ordem e de lei, agora eram de desejo. Elas subiram pela minha cintura e se perderam nos meus quadris, me puxando para mais perto. — Repete… — sussurrei em seu ouvido, minha voz rouca. — Repete o toque que você fez mais cedo. O sorriso dele era lento e sedutor, e a sua voz, que antes era de ordem e de lei, agora era de desejo. Ele se incl

