Daina volta para a mansão somente para pegar as suas coisas e ir para outro lugar. Ela não suportava mais a ideia de ter que compartilhar o mesmo teto que Aria, então, o ideal era partir, antes que ela decidisse m***r a própria irmã. E esta opção, mesmo que fosse plausível para Daina, ela sabia que poderia se arrepender algum dia. E uma das poucas coisas que ela queria sentir, era arrependimento e remorso. Assim como Aria sentia muitas vezes. Daina coloca a bolsa de viagem sobre a cama e o choque do peso da mala com o colchão fez um aroma desconhecido e doce subir ao ar, o que deixa a vampira completamente intrigada. Aquele cheiro não era de Aria e muito menos dela. Alguém esteve em sua casa. Em seu quarto. Mas, quem? Apesar de alarmada, Daina decide não dar atenção. Seja lá quem estiv

