Julian Navarro Tive uma pequena impressão de estarmos sendo seguidos na volta para casa, o mesmo carro preto nos acompanhou até a minha cobertura, depois passou por nós assim que entramos na garagem. Entramos no elevador e tratei de encostar a Amélia na parede, foram algumas horas sem tocá-la como eu desejava, que me deixaram ansiando para isso. Tomei sua pele macia por baixo do vestido e ela segurou firme a minha mão, me parando. Segurei em sua nunca e a beijei, provando seus lábios macios, enquanto a empurrava contra a parede. — Estamos no elevador. — ela sussurrou meu lábio. — E daí? Se quiser t*****r aqui, aperto o botão de emergência. — Não faça isso. Acho que podemos chegar em casa, não é? — beijei seu pescoço, provando sua pele macia. Passei meus dentes de leve e chupei a

