O silêncio pairava no ar após o enterro do pai de Lua. Byeong-ho sentiu o peso da situação e a necessidade de esclarecer as coisas com Lua quando estavam sozinhos. — Lua— ele começou, sua voz suave mas carregada de determinação, — eu preciso que você saiba a verdade. Eu não tive nada a ver com o que aconteceu com o seu pai. Lua o olhou nos olhos, tentando ler a sinceridade em seu olhar. Ela sabia que Byeong-ho havia carregado o fardo do desejo de vingança por muito tempo, mas agora era o momento de deixar esse peso para trás. — Eu acredito em você, Byeong-ho,— disse ela, sua voz firme e cheia de confiança. — Eu sei que você não faria algo assim, não com a minha família, pra falar a verdade eu nunca imaginei que o meu pai era alguém honesto e bom. As palavras de Lua foram como um bálsa

