Caindo na própria armadilha

1456 Palavras
Gael Eu sabia que não estava usando força suficiente ao ponto de provocar dor na Rebeca então, quando ela reclamou, eu senti toda a minha irritação vir à superfície e foi extremamente difícil para eu conseguir controlar a vontade de a jogar em cima da cama e fazer exatamente aquilo que ela havia acabado de ordenar que eu fizesse. Mas eu pretendia dar-lhe uma lição e, ao fazer o que ela dizia, eu só estaria sendo mais um dos seus manipulados e aquilo não iria acontecer em hipótese alguma. — Farei do modo que eu desejar. — Afirmei mais uma vez o lugar dela, naquela situação. — Você apenas faz o que eu mandar. — Você arrematou a minha virgindade e eu estou aqui para dar-lhe o seu bem. Nada, além disso. — Ela falou com atrevimento e o nariz empinado de orgulho. — Não sou obrigada a suportar maus tratos. Soltei-a imediatamente ao ouvir a sua acusação e a encarei com raiva, pois mesmo estando em situação de desvantagem, por eu estar completamente vestido e ela exposta aos meus olhos, ainda assim ela mantinha a sua arrogância. — Se você prefere que seja assim, então assim será.  Olhei de maneira avaliativa para o seu corpo, completamente à minha disposição e apenas por lembrar do que aconteceu com minha mãe devido a uma garota mimada, eu não senti desejo algum, mesmo o seu corpo sendo perfeitamente esculpido, cheio de curvas graciosas, os s***s empinados e cheios, desenhados especialmente para encher as mãos do homem que caísse nos encantos daquela beldade traiçoeira. Apesar de não sentir desejo por aquela garota, eu precisava ir até o fim e fazer com que ela se arrependesse por ter até mesmo feito um perfil no aplicativo falso e se colocado à venda, pensando apenas no dinheiro e nada mais. Aproximei-me ainda mais dela, sentindo o cheiro adocicado do seu perfume e como ele era suave, diferente do que eu imaginaria que alguém com a personalidade forte como a Rebeca usaria. Fiquei por trás de seu corpo, já antecipando o momento em que eu iria desmascarar aquela garota mentirosa, pois eu já sabia de antemão que não mais existia a tal virgindade pela qual eu deveria pagar dois milhões de dólares. Mas antes que eu pudesse me conter, estava novamente levando uma de minhas mãos aos seus longos cabelos macios e delicadamente perfumados e os levando até o nariz, cheirando-os para confirmar se era realmente deles aquele cheiro que eu estava sentindo. Constatei que sim e juntei todo o volume de seus cabelos em minha mão, o desejo de os puxar com força quase sem controle, mas apenas os afastei de suas costas, colocando-os por cima de um de seus ombros e para então descer o meu dedo indicador por sua coluna, chegando até a cintura e voltando novamente ao pescoço. Observei que ela não demonstrou reação alguma e lembrei que, além de fútil e mesquinha, ela também era dissimulada e hoje ela estava no papel de virgem indefesa, se sacrificando em prol de algo que para ela era de suma importância: status social. Encostei meu corpo ao seu, ainda por trás dela e levei as minhas mãos até a altura dos seus s***s, segurando-os e sentindo o peso deles, algo que ainda assim, não pareceu despertar nada em mim além de irritação.  Eu não queria estar naquela cabine com aquela garota, nem mesmo apenas para t*****r e depois jogar na cara dela o quanto ela era sórdida, quando eu comprovasse que a sua virgindade já não mais existia. Mas tentaria seguir com o planejado e fiquei massageando os s***s, fazendo com que os b***s ficarem túrgidos e, quando os senti duros sob as minhas mãos, desci acariciando as laterais de seu corpo em um movimento de sobe e desce. Enquanto as minhas mãos desciam por seu corpo curvilíneo, encostei meus lábios em seu pescoço delicado e passei a distribuir beijos naquela região, abocanhando com minha boca o nódulo de sua orelha e senti quando ela pareceu ter um leve estremecimento. Fiquei em dúvida sobre a sua reação, pois a Rebeca deveria estar acostumada com carícias tão fugazes e não se deixaria levar apenas com algo tão simples. Apesar disso, continuei com o assalto dos seus sentidos e desci minhas mãos um pouco mais, parando com uma delas por sobre a sua pelve, enquanto a outra segurava em uma de suas nádegas naturalmente empinadas. Mesmo desejando ir mais além, me mantive firme em aguardar que ela manifestasse algum sinal de que queria ir em frente, como também o meu m****o precisava reagir, algo que ainda não havia acontecido, mesmo com todo o estímulo visual e as carícias que distribui no corpo jovem e firme. Como eu poderia ir em frente com a minha vingança, se meu próprio corpo recusava-se a colaborar? Mantive a mão em uma de suas nádegas, mas retirei a que estava no seu cume e subi com ela novamente até os s***s duros e empinados, massageando um e outro de maneira alternada, na tentativa de me estimular a reagir. Continuei beijando o seu pescoço e fechei os olhos, tentando pensar em algo que pudesse despertar o meu corpo, mas nada me veio à mente. Eu precisava ir até o fim com aquilo, custe o que custar. A virei de frente para mim e olhei para o seu rosto de maneira analítica, enquanto sentia a irritação presente em todos os meus poros. Mas, naquele exato momento, observei em sua expressão, um misto de medo e expectativa, algo completamente diferente do que eu esperaria de uma garota manipuladora e fria que eu sabia que a Rebeca era e aquilo fez despertar algo que eu não consegui reconhecer naquele momento, mas que repercutiu diretamente em meu m****o, que ficou imediatamente desperto. Não estava em meus planos, mas eu não resisti a tentação daqueles olhos enganosamente inocentes e a beijei. Um beijo intenso e foi prontamente retribuído com o mesmo ímpeto e urgência. Passeei com minhas mãos por seu corpo e senti a irritação anterior sendo substituída pelo desejo desenfreado e imediato de estar ligado aquela garota, dentro dela e tudo o mais deixou de ser importante e ficou em segundo plano. Senti as mãos pequenas e hesitantes rodearem o meu pescoço e a puxei ainda mais para mim, colando nossos corpos um ao outro. — Eu quero… — Ela disse, quando afastei nossos lábios e desci com uma trilha de beijos por seu pescoço e colo. — O quê… diga-me. Ela não respondeu, passando uma de suas mãos entre meus cabelos, enquanto a outra acariciava de maneira delicada e deliciosamente provocante do meu rosto até as minhas costas. Senti então que ela puxava a minha camisa, forçando-a e eu me afastei o tempo suficiente para que ela a retirasse do meu corpo, que agora parecia estar em chamas, tamanho o desejo que ela conseguiu despertar em mim. Quando já estava sem a minha camisa, caminhei com ela até a beirada da cama, a colocando sobre ela de maneira delicada e deitando-me sobre o seu corpo deliciosamente provocante. Continuei beijando todo o tempo e desci por seu colo até os seus s***s, me dividindo entre um e outro, dando atenção aos dois montes pontudos e sentindo os espasmos que tomavam conta do corpo feminino e delicado, mostrando o quanto ela era sensível às minhas carícias. Afastei meus lábios de seus s***s e a encarei, apenas para constatar o quanto ela parecia estar totalmente entregue ao ato, seus olhos fechados e sua boca entreaberta, emitindo pequenos gemidos de prazer. Desci com meus beijos por sua barriga, até chegar ao triângulo no meio de suas pernas, que estavam estendidas com os joelhos dobrados para cima, me possibilitando livre acesso aquela parte de seu corpo e aproveitei a liberdade, aproximando minha boca de sua f***a, primeiro beijando-a e depois passando a chupar com fervor, provando o néctar delicioso que jorrava de sua entrada e levando-a ao g**o mais rápido do que eu esperava, mostrando o como ela era de fato bastante sensível. — Aah! — Ela gritou ao chegar ao êxtase completo, jogando a cabeça sobre o travesseiro, enquanto suas pernas pareciam tremer pelo arrebatamento provocado pelo prazer que sentiu. Não fui mais dono de minhas vontades e apenas peguei o preservativo que estava sobre a mesa de cabeceira e após retirar o jeans e a cueca boxer que vestia, voltei novamente para o meu lugar em meio as suas pernas ainda trêmulas e deliciosamente grossas, abertas e expondo totalmente a sua i********e para meus olhos. Após acariciar mais uma vez a sua entrada molhada por seu g**o, me preparei para penetrá-la, naquele momento pensando apenas no prazer que eu sentiria quando estivesse completamente dentro dela.
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