Em minhas mãos, a caixa que dei para minha mãe quando me despedi dela em Heington. Olhei para todos os itens e peguei os meus cartões, me perguntando se ainda poderiam ser usados. — Sem dúvida são válidos! — disse minha mãe, atenta a mim. — Não registramos sua falsa certidão de óbito. Tínhamos esperança que você, de alguma forma, ainda voltasse para nós. — Mais fácil eu verificar por mim mesma — falei, pegando meu celular e abrindo o aplicativo bancário. Arregalei os olhos quando vi o quanto os números tinham aumentado. — Deve ter dez vezes mais aqui do que eu tinha antes. — Você continua fazendo muito sucesso. Além disso, seu pai investia parte em fundos com mais rentabilidade. Essa era a maneira que tínhamos de cuidar de você à distância. — Pai, você fez isso mesmo? — perguntei emoci

