Capítulo 17

1489 Palavras
Alana. Alana: não era na hora rua? Para onde estamos indo? Mark: tenho que te mostrar uma coisa. Então tá. Era pra ele ter virado na outra rua para chegarmos na empresa, mas ele entrou em outra. A gente m*l trocou uma palavra hoje, eu não to com raiva dele pela briga deles ontem, mas ele tá tão sério que prefiro ficar calada pra não irritado. Após uns minutos o mesmo parou o carro em uma rua cheia de casas bonitas, não se via nenhuma pessoa na rua, apenas alguns carros estacionados. Continuei sem dizer nada, o mesmo desligou o carro, cruzou os braços e se encostou no banco do carro. Me encostei no banco também, em silêncio. Ficamos assim por quase dez minutos, até que Mark se inclinou para a frente e procurou alguma coisa. Mark: ali ( apontou ). Me aproximei mais do painel do carro, ele tava apontando para uma casa. Mark: tá vendo quem é ali? Forcei a vista pois estamos um pouco longe e tive dificuldade para identificar. Alana: é... a minha mãe ( virei o rosto pra olhar pro mesmo ). Mark: sua mãe e o amante dela. Olhei nos olhos do mesmo. Ela realmente tá fazendo isso, de novo. Olhei na direção dos dois novamente. Eles saíram de mãos dadas de dentro da casa e entraram em um carro estacionado bem na frente da casa. E eu achando que ela tinha mudado. Alana: porque você não faz nada ( disse vendo o carro indo embora ). Mark: o que você quer que eu faça? Você ouviu a briga de ontem, ela n**a até a morte, e se eu saísse desse carro e fosse lá as coisas sairiam do controle ( o seu tom de voz era sério ). Alana: então termina com ela, manda a gente embora Mark, você não é obrigado a passar por isso. Mark: Jungkook me disse que você não quer ir embora. Alana: tanto faz o que eu quero, acaba com isso poxa. O mesmo negou com a cabeça. Mark: se eu terminar com ela, você fica com a gente? Que? Eu ficaria com eles? Porque eu ficaria? Não sou nada pra eles, absolutamente nada. Alana: isso não faz sentido Mark. Mark: você já é maior de idade pode decidir isso, você não tem a obrigação de ficar seguindo a sua mãe, indo pra onde ela vai, e eu não vou deixar que você more com aquele cara, porque é isso que vai acontecer se eu deixar a sua mãe, você vai vim morar naquela casa, com aquele cara. Passei a mão no cabelo. O que eu faço, ele tem razão, pra onde minha mãe vai eu vou junto, igual um cachorrinho. Mark: não acha que tá na hora de deixar de seguir a sua mãe e começar a tomar as suas próprias decisões, eu tô te dando a opção de ficar com a gente, eu quero, o Jungkook que, com a gente você não tem nada a perder Alana ( pegou na minha mão ). - Pensa na gente, pensa em você mesma. Pensa na gente, eu e ele. Ele tá sendo, eu tenho que começar a tomar um rumo na minha vida e para de ir pra onde minha mãe quer. Alana: tá, eu fico com você... mas terminar com ela o quanto antes ( pedi ). O mesmo sorriu confirmando com a cabeça, ele se aproximou e me beijou, segurei seu rosto e retribui o beijo. Isso está ficando cada vez mais comum, agora ele quer me beijar em qualquer lugar. Mark: obrigado ( encostou sua testa na minha ). Alana: eu que agradeço ( beijei seu rosto ). - Agora vamos sair daqui, pelo amor de Deus. O mesmo sorriu me dando um selinho. Mark: tá, vamos tomar café? ( sorriu colocando o sinto ). Alana: pode ser ( sorri ). O mesmo deu partida no carro e fomos embora. Durante todo o caminho o mesmo estava com a mão encima da minha coxa. Paramos em uma cafeteria perto da empresa, tinha até alguns funcionários da empresa lá, e os funcionários da cafeteria pelo visto conheciam muito bem o mesmo. Mark: bom dia Haru ( disse para uma senhora que estava encostada no balcão nos olhando sorrindo ). Haru: bom dia senhor Mark. Ela parece ser uma senhorinha bem simpática e ela é bem fofa. Haru: essa é a sua namorada? Os funcionários vivem falando dela ( sussurrou pro Mark, mas consegui escutar ). Mark: hum, posso saber o que eles tanto falam dela? Haru: olha, não são coisas muito agradáveis ( sussurrou novamente ). Mark: ( sorriu ) - imagino, mas não essa não é a minha namorada ( me puxou pra mais perto ). - Talvez um dia ( sussurrou dando uma piscada ). A senhora Haru sorriu animada. Haru: você sim tem cara de ser uma boa garota, e ela é muito bonita ( disse pro Mark ). Mark: sim, muito bonita. Haru: ( a mesma sorriu fofo, parecia estar feliz com o que o Mark falou ) - Tá, mas o que vocês vão querer? Mark: pode ser o de sempre. Haru: pros dois? Mark: ( o mesmo me olhou ) - sim, sei que ela vai gostar. Sorrir. Haru: então ela tem bom gosto, vou lá preparar, não demoro. Mark: tá ( sorriu ) - Vem ( me puxou pelo pulso ). Nos sentamos em uma mesa do lado de fora, pois lá dentro ainda tinha muitos funcionários. ⏳⏳⏳ Alana: porque elas tão me olhando daquele jeito? Do-yun: ahhh, elas são assim com todo mundo, principalmente com quem acabou de chegar. Alana: ahhhh, que metidas. Do-yun: é só não dar atenção. Fiz o que o Do-yun disse. Estamos imprimindo alguns documentos que o Mark pediu quando três funcionárias começaram a me olhar de um jeito estranho, de deboche e nojo, cochichando e rindo. Mas parei de dar atenção para elas e foquei no Do-yun. Do-yun: ahhh, essa máquina tá péssima. Alana: tava reparando que as máquinas de impressão daqui não são as melhores. Do-yun: realmente não são, mas Mark já está providenciando isso ( disse ajeitando alguns papéis nas pastas ). - pode pagar eles grampeador aqui pra mim ( apontou pra mesa onde tava o grampeador ). Alana: tá. Fui até a mesma, aproveitei para colocar os grampos. Voltei ajeito o grampeador, notei que tinha gente vindo na minha direção, mas com o tanto de espaço que tinha ainda conseguiram esbarrar em mim... com um café. Ahhhhh, quente, quente, quente.... Deixei o grampeador cair, balancei a blusa quente. Xxx: ahhh, desculpa, eu não te tevi. Não me viu foi uma p***a. Só poderia ter essas três. Xxx: desculpa ( disse com um sorriso sínico no rosto ). Elas simplesmente passaram por mim, deixando tudo sujo de café. Xxx: voltem. Caralho. Levantei a cabeça. Agora elas me pagam. Virei pra trás, as três pararam reconhecendo a voz do chefe delas. Mark: ajudem o grampeador que vocês derrubaram e limpem isso aqui. Ainda olhando pra elas, dei um sorrisinho debochado. Alana: agora ( sussurrei pra ela ). As três voltaram imediatamente e começaram a limpar. Mark: e depois quero as três na sala do Do-yun. Elas não disseram nadinha. Sai de perto dela e fui até o Mark. O mesmo tirou o blazer e colocou em mim. Mark: tá transparente. Olhei pra mim, parava aparecendo tudo. Do-yun abaixou a cabeça pra não olhar, puxei mais o blazer. Mark: converse com as três Do-yun, não é a primeira vez que ela tem esse tipo de comportamento. Do-yun: sim senhor, aliás, aqui os documentos ( entrou uma pasta pro mesmo ). Mark: você vem comigo ( me olhou ). Seguir o mesmo que saiu andando na minha frente. Mark: eu realmente tenho que andar de olho em você, não é mesmo? Alana: eu não fiz nada ( disse atrás do mesmo ). Mark: eu sei, eu vi. Alana: tá mesmo me vigiando? Mark: eu? Não, você demorou demais com os documentos. Alana: culpa daquela impressora ( acelerei os passos para alcançá-lo ) - eu preciso ir em casa trocar essa blusa. Mark: tenho uma dentro do carro ( entramos no elevador, ele apertou o bot~~ao do subsolo ). - Tenho uma reunião agora e como o Do-yun está bem ocupado hoje, você vem comigo. Alana: tá ( disse tendo um mini infarto por dentro, talvez um nervosinhos quando ele disse a palavra reunião ). Tentei não demonstrar nervosismo. Saímos do elevador e fomos para o carro. Mark pegou a camisa dentro do carro e me deu, era uma camisa sozinha preta, era bem grande, mas não disse nada, entrei no carro junto com ele. Mark: se troca logo. Alana: calma ( rir). Mark: eu tô calmo. Alana: vira ( pedi ). Mark: qual é, isso é sério? Eu já vi. Alana: Mark ( reclamei ). Mark: tá bom ( disse choramingando ).
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