Wellington Depois que voltei para casa, já com a cabeça mais fria, a conversa com Marcela ainda ecoava na minha mente. Cada palavra dela, cada lágrima, cada olhar me atingia como uma faca. Eu me sentia perdido, consumido por arrependimento, mas determinado a consertar as coisas, nem que fosse pelo meu filho. Me joguei no sofá, olhando para o teto. O silêncio da casa me envolvia, e o peso das minhas escolhas erradas parecia mais esmagador do que nunca. Eu sabia que não seria fácil conquistar a confiança de Marcela, muito menos o afeto do meu filho. Como eu poderia pedir para fazer parte da vida dele quando tudo o que fiz foi causar dor? Minha mente estava à mil, quando de repente uma lembrança me veio à tona. A conversa com Ana no parque. Ela sabia do meu filho com Marcela. Mas como? Eu

