Imaginava se era possível ele sentir por mim pelo menos uma fração da saudade que eu sentia por ele. - Cretina irresistível. . . . As meninas foram pra festinha do Bruno, e eu fiquei em casa com a minha frustação. Resolvo tomar um banho e ir dormir para esse dia terrível ir embora mais rápido, porém sou interrompida com meu celular tocando. Por um momento pensei que fosse o Nicolas, mas o nome Clystoff estava nítido na tela. Vídeo chamada. - insuportável? - Exclama Clystoff do outro lado da tela. Mandando o dedo do meio. - Onde você se meteu seu doido? Nunca mais ligou e não deu sinal de vida. - digo. - Ocupado. - responde fazendo uma careta. - Com as festas? - pergunto. Silêncio. Meu irmão ficou quieto. - Clystoff, tá aí ainda? - ele responde que sim com a cabeça. - Tô - r

