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1014 Palavras
Em sincronia com a música: ‘The Last Of The Real Ones’, da banda ‘Fall Out Boy’, Audrey e Ema finalizaram o beijo e se afastaram, sorrindo uma para outra. A Hamilton foi puxada pelo braço esquerdo da polinésia enlaçado em seu pescoço. — Wow! — Ayla gritou, se já estava animada antes com a banda, imagine depois de ver suas amigas se beijando. — Agora foi, viado! Que beijão! As duas não se importaram com o que pensavam ou falavam com elas, não quando estavam tendo o momento juntas. — Você é muito ousada. — Ema brincou só para que a outra escutasse, atracando-se ao corpo n***o. — Você não gosta? — entrou no jogo da polinésia. — Não posso negar que gosto. — respondeu, porém com desdenho salpicando em brincadeira. — Mas... — Você não tem argumentos contra, cale-se logo. — Audrey devolveu a brincadeira. — Me pegou. — Griffin riu, fingindo estar envergonhada e deu de ombros. — O que posso dizer... — Gosto mais quando estamos caladas.  — Não aguenta não ser maliciosa. — Constatou. — Controle-se, Audrey Hamilton. — Ei, vocês, podem nos dar atenção?! — Emeraude chamou, batendo palmas perto do rosto dos dois. — Merda! São mesmo um casal! — Não, não somos. — Ema respondeu de imediato, com um sorriso, antes poderia ficar desanimada com a constatação de Emeraude. Talvez um dia iriam ser, tinha esperança afinal. — Foi só um espetáculo. — Ema quer ser atriz, vocês não sabiam? — Audrey tentou ajudar a polinésia, mas não sem fazer a polinésia entender que sabia que isso era uma completa mentira. Griffin engoliu em seco entendendo o recado da n***a. Queria dizer que Audrey sabia que gostava dela? Ema estava muito nervosa. — Nunca me disse isso! — Ayla apontou. — Por quê? — É um sonho recente, Chancho. — Comprimiu os lábios depois de dizer, como se não fosse nada demais, o que realmente não era. — Ah... Você só contou para Audrey antes mesmo... — Ayla fez seu drama e fingiu mágoa. — Tudo bem. — Estou passando mais tempo com ela, por isso contei primeiro, desculpa. — Ah, vão a merda vocês e essa coisa que estão tendo! — Emeraude fingiu se irritar. — Não enganem minha namorada, vadias! — Amor, se acalme. — Ayla falou, levando a cena da namorada a sério. Realmente Torres tinha passado dos limites nas bebidas, estava até acreditando nas mentiras ditas e na má interpretação de sua garota. — Meninas, acho que vou levar a Laa para casa. — Emeraude riu e apontou para sua namorada que tinha uma cara de i****a, a boca aberta e olhando para o nada. — Ela passou do ponto em algum momento... — Está bem claro isso. — Audrey riu, ainda com Ema abraçando-a. — O que está claro? — Você está metida com droga, Ayla? — a polinésia brincou apenas para fazer Emeraude e Audrey rirem, já que a latina não achou graça. ***** Audrey estava prestando atenção no comportamento de Ema já algum tempo. Notou que a polinésia mais tentava lhe ignorar do que se aproximar. E um exemplo desse comportamento foi dado na noite anterior, depois do show, quando chamou a loira para ficar em sua casa e o convite foi instantaneamente negado. Não espero um segundo para negar.  A n***a estava pensando em como trazer Ema para sua casa, sem que ela pudesse negar. Era final de semana e não tinha nada mais para estudar, para usar como desculpa. Queria apenas assistir algo em sua companhia, quem sabe conseguir uns beijos e se fosse insistente suficiente até uns amasso com a loira.  — Toc-toc!  — Quem é? — Audrey brincou, sorriu imaginando ser Ayla ou Emeraude.  — É a gos! — reconheceu a voz brincalhona atrás da porta. Ema. Ela e o seu senso de humor. — Que gos?  — A gostosa Jane! — a polinésia abriu a porta rindo. Estava com um boné preto virado para trás e uma trança frouxa. — Oi!  Tirou os tênis rapidamente e quando pulou na cama de Audrey, a blusa soltinha subiu. A Hamilton tentou não olhar, mas foi impossível, depois de ter a visão da pele polinésia, seu olhar desceu pelas coxas grossas no jeans cropped.   — Oi?! —  Audrey m*l conseguia pensar algo coerente com o cheiro da polinésia invadindo seu espaço de forma tão rápida. — Pensei... Hmm... Que não te veria tão cedo. —  E por que pensou isso? — Ema perguntou, jogando-se por cima da n***a que sorriu. Beijou as bochechas da Hamilton, fazendo cócegas na mesma. — Hã?  — Você se negou a... — falou em meio aos risos, causados pela Griffin. —  Dormir aqui ontem à noite.   — Oh! Isso? — a polinésia se surpreendeu com a fala de Audrey, deixou ela de lado, sentando-se na cama.  — Sim, isso. — Eu sabia das suas más intenções comigo. — Sorriu, encarando a n***a com um pouco de malícia.  — Eu não n**o essas intenções. — Audrey não se fez de rogada, o que adiantaria fingir de desentendida? Nada. — Estamos indo com muita calma...  — Algum problema para você? — Não... — Audrey pensou no que dizer, pois não queria deixar a polinésia desconfortável com o assunto. — Mas ao menos queria poder encostar em você... Sabe uns amassos... — Amassos? — Ema ficou um pouco pensativa, a n***a notou. — Sim?! — não sabia se devia concordar ou não com o questionamento da polinésia. Griffin pegou seu celular e digitou algo, concentrada. — Amassos... Contacto indecoroso: chamego, i********e, esfregação, sarro, carícia, bolinação, agarro. — Audrey arregalou os olhos, Griffin riu e não foi pouco. — Acho que podemos fazer isso. — Sorriu tão grande que poderia ocupar todo o espaço envolta.  Audrey colocou as mãos no peito: — Já estava achando que era virgem. — Ema olhou para a n***a, ficando calada. Hamilton se assustou, tapando sua boca com espanto. — O quê? Você é? — Não, mas sua cara foi incrível! — i****a!
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