Tatiana Soller
Minha vida anda de cabeça para baixo, mas estou tentando me reerguer aos poucos, porém está tão difícil, já estou a duas semanas aqui em SP e nada de conseguir um emprego, mas o lado bom é ter conhecido a Dona Geralda e a sua filha Gabi que logo se tornou uma grande amiga. Tanto que ela conseguiu uma oportunidade na loja de artigos para artes que ela trabalha, ao lado da galeria mais luxuosa da cidade, por conta desta novidade acabei me animando e aceitando a ir numa boate de luxo com ela . A intenção era dançar e se divertir, mas eu bebi um pouco a mais da conta, aliás nunca fui de beber, então meu organismo não estava acostumado, tanto que nem bebi muito e já estava alegre, pior desastrada, por conta disso eu acabei fazendo uma loucura, cansei de ser sempre certinha, por ser assim eu fui apunhalada pelas costas e incriminada por algo que não fiz, vir para a cidade grande vai me ajudar a acordar para a vida, a crescer e parar de ser boa. Bom até safada, já que nem acredito no que eu fiz.
(...)
Fiquei zonza e acabei esbarrando em um homem lindo quando fui sentar, pior falei que era lindo e ainda tentei limpar a roupa dele, justamente no meio das suas pernas, conclusão ele achou que eu era uma qualquer.
— Você está caçando problemas? — Questiona entredentes. n**o com a cabeça e ele olha pra baixo, só então percebo que estou com uma das mãos apoiada na virilha dele.
— Desculpa. Eu machuquei você? — Pergunto massageando o lugar — eu não tive a intenção, sinto muito, eu…
— São esses os truques que você usa para atrair os caras? — Segura minha mão e pressiona forte contra o jeans. Meus pêlos ficam arrepiados quando sinto o volume — Parabéns, conseguiu — diz com um sorriso, mas não parece nada simpático, pelo contrário é meio malicioso, perigoso… sei lá. — Vamos lá, vou te dar o que você quer! — Saiu puxando-me em direção a um corredor, fui tropeçando nos meus próprios pés já que não foi nenhum pouco gentil, mas o pior é que invés de eu para - lo, o seguia, o seu toque na minha mão estava fazendo meu corpo todo fica arrepiado, como se estivesse tomando um choque. De repente ele tenta abrir uma porta e não consegui, bufa por alguns segundos e olha para o fundo do corredor.
— Você que brincar né, então vou te dar o que deseja — Diz me encarando, que dizer penetrando a minha alma, o olhar dele me faz perder o ar, não sei explicar. Tanto que não tenho reação e mais uma vez o sigo, agora sim ele consegue abrir uma porta, me puxa para dentro, fechando a logo em seguida com o pé e me pressionando na parede, o lugar não é muito grande e nada romântico, afinal parece um almoxarifado. Vejo que ele olha rapidamente o lugar balança a cabeça e dá um sorriso charmoso
— Agora sim estamos no lugar certo, você pode me limpar, aliás tenho certeza que estou sujo por dentro também — Vai falando e se aproximando mais, pega a minha mão colocando a por cima da sua calça, sinto o quanto está duro, olho para ele e antes que eu raciocine, ataca a minha boca e puxa os meus cabelos. Aí p***a o que estou fazendo, não sou assim, mas conforme ele vai me beijando com força, fúria, desejo, fazendo eu sentir o seu gosto quente eu vou perdendo a razão e vou deixando ele me dominar, já estou mole, sinto o meio das minhas pernas melada, nem com o … prefiro não pensar naquele infeliz, pois ele não me fazia sentir assim.
O gostosão começa a dedilhar a minha coxa até que vai subindo pelo o meio delas, eu vou sentindo seu toque ao mesmo tempo que sinto o seu gosto, seu beijo é selvagem e quando ele toca a minha i********e, eu volto em mim e tento desacelerar o beijo, ele morde o meu lábio e sem me soltar, sussurra na minha boca
— c*****o de b****a melada e quente, você é muito gostosa garota — Sem que eu diga algo, ele penetra dois dedos em mim, acabo gemendo e começo a rebolar em seus dedos. Vai descendo a sua boca até o meu pescoço, abaixa a alça do meu vestido e toma os meus s***s, sim enquanto ele morde e chupa um, o outro ele aperta,
— Ahhh, ahhh, ahhh, que loucura — única coisa que consigo dizer gemendo igual uma louca e me desmanchando em seus dedos, estou ofegante e tentando raciocinar, então escuto o barulho do zíper, olho para ele que continua com aquele olhar penetrante e sorriso safado, aí começo abaixar o meu olhar e p***a, seu m****o já está para fora, quando vejo o tamanho e grossura penso "vai me rasgar" Engulo seco e logo ele me puxa pela cintura e se aproxima do meu ouvido fazendo meus pelos arrepiarem
— Relaxa gostosa, vai caber tudinho dentro desta tua b****a melada — minha respiração ainda está ofegante, estamos com as nossas bocas bem próximas, então ele pega a camisinha e não sei de onde eu crio coragem, já que não tenho muita experiência, mas sinto muita vontade de experimentar aquele p*u grande e grosso, sei que nunca mais vou vê- lo mesmo. Então antes que ele coloque eu pego da sua mão e me abaixo, sob o seu olhar safado, começo a passar a mão na sua extensão, até chegar nas suas bolas, vou massageando, ele enrosca a mão no meu cabelo e eu olho em seus olhos antes de abocanhar tudo, p***a que delicia, sua pele é quente, sua glande melada com pré g**o me deixa mais excitada, vou me deliciando até que sinto que ele está chegando no ápice, mas ele me levanta e pega a camisinha que está na minha mão.
— Hum adoraria jorrar toda a minha p***a nesta boca, mas eu quero senti esta tua b****a — me vira rapidamente e me deixa empinada, olho por cima do ombro e vejo ele colocando a camisinha, pisca para mim, levanta o meu vestido e p**a que pariu me invade com tudo sem dó, como estou completamente lubrificada, desliza pela minha carne o que me faz gemer e me empinar ainda mais, ele não tem dó, é bruto, me fode com força e confesso que estou adorando toda esta loucura.
- Aí p***a, que delicia, isso vai gostosao me fode.
"Meu deus de onde estou tirando esta devassa" - penso.
Sinto minhas pernas tremerem, ele vai apertando meu peito e estimulando o meu c******s, então eu me desmancho como nunca antes na minha vida, ele estocou mais algumas vezes e sinto quando seu p*u contrai dentro de mim, ele segura forte a minha cintura enquanto urra. Mas nosso momento é interrompido com batidas na porta, então me dou conta de toda a loucura que acabei de fazer. Sinto ele saindo de dentro de mim rapidamente, acho que também se deu conta da loucura que acabou de acontecer. Me ajeito e quando eu me viro ele já está impecável, todo arrumado, mas com a calça molhada, não dizemos nada ele se aproxima devagar e quando vou perguntar seu nome ele destrava a porta, mas antes de abrir olha no meus olhos
— Prontinho safada você ganhou o que queria com seu truque — Pisca para mim e sai sem olhar para trás me fazendo sentir uma vagabunda. Meus olhos chegam a marejar, mas antes que eu desabe uma voz me faz voltar a realidade
— Oi, você está bem? - Um rapaz muito bonito que deve ser funcionário do local me pergunta, deve ter escutado o que aquele i****a falou, Balanço a cabeça e saiu correndo, encontro a Gabi aos beijos com um carinha, mas logo ela repara que não estou bem, se despede do cara e vamos embora, falei para ela que não precisava eu voltaria sozinha, mas ela não deixou. E assim foi a minha primeira saída em São Paulo, dando para um desconhecido babaca.
continua...