Capítulo 5

1749 Palavras
Tatiana Soller Eu m*l sabia que a minha noite estava apenas começando quando vi o babaca metido a gostoso dentro da galeria. Naquela hora senti um frio na barriga, afinal, achei que nunca mais ia vê - lo após aquela transa louca, mas não além de vê-lo ao lado do meu trabalho ainda o encontrei novamente na boate. (...) Chegamos na boate e logo fomos para o bar, pedimos uma bebida, desta vez o Leo pediu umas bebidas coloridas críticas, descobri que era Gin com frutas, o primeiro gole logo senti descer refrescante, fui bebendo de boa, mas a bendita sobe rapidinho me fazendo ficar alegrinha, assim como a Gabi, tanto que fomos para a pista e me soltei mais desta vez. Aliás o Leo dança muito e não tinha como ficar parada. Um tempo depois eles viram alguns rostos conhecidos, eram funcionários da Luminus, empresa que trabalho, mas eram os que trabalhavam interno, direto na sede e na galeria — Aí caramba, o pessoal da Luminus já está aqui então logo o Pierri chega - Gabi diz empolgada, ela adora arte e é fã dele. — Amor pelo que escutei o poderoso chefão já chegou com o Pierre, mas foram direto para área VIP, não sei se o Pierre vai se juntar a nós meros mortais — Leo diz e a Gabi revira os olhos, acabo rindo e voltamos a dançar, num certo momento eu danço com Léo mais próximo e sinto o quanto ele é cheiroso. —- Caraca Leo seu cheiro é delicioso, vai arrasar hoje, já vi algumas mulheres te olhando, assim como… — Olho para um ponto e tem um homem muito bonito que não para de olhar para nós, ele acompanha o meu olhar é ri — Aquele é o babaca do David, já tivemos um rolo, mas ele finge que não, afinal não assume do que gosta — Olho com pesar, pois vejo que a um sentimento de mágoa em suas palavras — Então ele é um babaca mesmo, pois não sabe o que está perdendo, você é incrível — Ele me puxa e se aproxima do meu ouvido — Somos incríveis gata, você não sabe o poder que tem na mão, já vi vários babando por você hoje - Se afasta e olha nos meus olhos, acabo rindo — Aí Leo só você, não sou tudo isso, sou uma desastrada, tímida, sem graça e estilo — Ele dá um tapa na minha b***a e eu grito — Você é gostosa pra c*****o, linda, cheia de luz e sim tem seu estilo próprio. Você só precisa se descobrir e ser mais altiva, mas sei que logo tudo isso vai aflorar em você, afinal você está na selva, na grande metrópole e para viver aqui, temos que nos impor — Sei porque ele diz isso, já vivi algumas situações delicadas na loja com pessoas que se acham superiores a mim e ele não gostou de eu não ter reagido. Gabi se aproxima de nós e encerramos o assunto. Depois dessa preciso de uma bebida, perguntei se alguém queria, mas eles ainda estão com as suas bebidas cheias, saiu de lá e vou em direção ao bar e como eu acabei de dizer ao Leo, sou desastrada e esbarro em um homem, na verdade acho que desta vez a culpa nem foi minha, já que ele automaticamente começa a se desculpar, nós trombamos e uma boa parte da bebida caiu no meio dos meus p****s. Passo a mão automaticamente quando sinto o gelado da bebida e depois olho para ele, p**a merda mais um esbarrão num gato, ele tem olhos claros, cabelos jogados, pele branca, estou ainda o observando e ouvindo suas desculpas, então volto em mim, afinal estou molhada, digo que está tudo bem que acontece. Ele então se aproxima mais de mim e antes que diga mais alguma coisa, ouço uma voz que não sai dos meus pensamentos, não pode ser, a mesma situação, que dizer parecida e ele novamente — Posso ajudar vocês? - Paraliso por alguns segundos, vejo que o gato que está na minha frente sorri, deve conhecer o babaca, que chega com um tom rude na voz, lembro do que o Leo diz que preciso me impor então respiro fundo e olho para ele, que dá um sorriso de lado. " Cínico" —- Está tudo bem amigo — O gatinho diz e coloca a mão no ombro do babaca. É eles se conhecem e tem muita i********e — Fui caminhando até vocês e nem vi esta bela dama. — Se vira para mim e sorri, parece que este é mais simpático pelo menos – Desculpe mais uma vez… qual seria seu nome gata? --- Ainda estou absorvendo toda aquela situação que me meti, mas logo o repondo – Tatiana, aliás não foi só sua culpa eu também estava indo para o bar distraída — Digo a verdade, afinal eu também trombei nele — Bom mesmo assim te molhei — Vejo que ele pega um Guardanapo da bandeja do garçom que está passando, acho que vai me entregar, mas antes que eu levante a minha mão para pegar, o babaca segura a mão do amigo que o fuzila com os olhos e entrega para mim. "Mas porque ele não deixou o amigo me entregar?" - penso – Melhor você se limpar se não vai ficar bem. Molhada. - O babaca diz assim que me entrega o Guardanapo, não digo nada afinal é a deixa que precisava para sair dali e desaparecer da vista deles. Sigo até o banheiro com raiva de mim mesma, por mais uma vez ser tão distraída e pior encontra aquele babaca nas mesma circunstâncias. Entro e agradeço por não ter ninguém, como o lugar é luxuoso existem vários banheiros na casa, assim não fica tumultuado. Pego uns lenços de papel que tem na mesinha e limpo o meio do meu peito, o bom é que era cerveja e não nenhuma bebida doce melada, limpo o máximo que consigo, depois vou até a cabine faço minha necessidade, já que a minha bexiga estava explodindo e saiu. Lavo as mãos, arrumo meus cabelos e retoco o meu batom que tem um tom claro. Me olho no espelho, respiro fundo e torço para não encontra aquele i****a, bom era o que eu desejava, mas assim que saio, me arrumando sinto um olhar forte e sobre mim, levanto a cabeca e lá está ele está encostado na parede com as mãos no bolso, lindo, gostoso demais, um olhar que penetra a minha alma, não consigo decifrar o que ele sente só sei que ele imana poder e isso me excita, tanto que senti a sua presença antes mesmo de olha - lo. Ele anda firme até a mim e eu já começo a ficar nervosa, mas tento não transparecer. — Acho que este seu joguinho já está ficando manjado né tanto que desta vez nem deu certo — Franzo a testa, afinal ele sempre fala de joguinho, "mas que merda ele quer dizer", seu olhar queima sobre mim, conforme se aproxima e não tem resposta minha. Então ele simplesmente pega a minha mão e me puxa, digo que não estou fazendo nenhum joguinho, mas não me ouve, então quando me dou conta ele abre aquela bendita porta e me puxa para dentro novamente igual a dias atrás, fecha a porta com raiva e me pressiona na parede. —Você que jogar né, tudo bem só que será só comigo, o único que te dará uma lição sou eu — não dá tempo nem de reagir, ele toma a minha boca com raiva, força, como se quizesse me punir mesmo, "mas o que foi que eu fiz" - penso, aliás só isso que consigo pensar já que o meu corpo reagi sem pensar, o toque dele me enlouquece, assim como o gosto da sua boca, p***a ele tinha que ser tão gostoso e perfeito, sabe onde tocar uma mulher, ele segura firme a minha cintura, fazendo eu sentir a sua ereção regida na minha barriga, a outra mão segura a minha nuca com força, assim como o seu beijo forte que vai tirando todo o meu fôlego, nunca fui beijada assim, com tanto desejo e ódio ao mesmo tempo, não consigo faze - lo parar, na verdade estou rendida não quero parar, sei que estou sendo uma i****a, mas não tenho força contra o desejo do meu corpo pelo dele. Sinto sua mão passeando nas minhas costas nuas até que ele chega na minha b***a e aperta. — Você é a p***a de uma gostosa do c*****o, garota, mas é só isso, um bom e sexo forte que você merece — Diz me apertando sem afastar as nossas boca, então eu começo a cair em si , "Que merda estou fazendo, essa não sou eu, ele é um gostoso do c*****o, mas eu tenho que me impor" Ele toma a minha boca novamente, enquanto estou ainda perdida nos meus pensamentos, ele desce a mão que estava na minha b***a e vai de encontro a minha i********e que claro está encharcada, mas o que ele diz martela na minha cabeça " joguinho, f**a, sexo, só mereço isso, está pago" Então caiu em si e o empurro com força, chega de me fazer de p**a, eu não sou uma qualquer. — O que foi vai dar uma de difícil agora? vai fazer o que, vai atrás do Ravi para dar para ele? , Eu te dou sexo — não permito que ele fale mais nada, meu ódio me cega e quando dou por mim já bati na cara dele. — Você é um grande i****a e eu não sou nenhuma vagabunda — Ele me fuzila com olhar e antes que ele faça um a loucura eu abro a porta e corro, nunca bati em niinguém, não sei as consequências, vai que ele me pune. Chego na pista e vejo o Leo está conversando com o tal de David, acho que estão se acertando e a Gaby dançando com um gatinho, então desta vez não vou atrapalhar mando uma mensagem para eles e aviso que estava com dor de cabeça e fui embora em um carro de aplicativo, como estou um pouco longe de onde eles estão, vejo o Leo pegando o telefone, como sei que ele viu a mensagem vou embora não posso mais ficar neste lugar, aliás não posso nem mais vir aqui, chega de me encontrar com este homem.
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