Angelina —Mas ela acordou durante a madrugada, senhor. Achamos melhor não ligar até estar de man...— o rapaz não tem tempo de terminar, tomando um belo de um soco no rosto, tombando para trás e segurando o nariz que esguicha sangue. — Eu pago caro nessa p***a! Tenho que saber até se ela respirou diferente caralh...— o palavrão morre em sua boca e ele olha em minha direção, parecendo levemente preocupado comigo. No que estou prestando atenção, a violência em suas palavras— Vamos conversar isso lá fora, tudo bem? — seu toque no ombro do médico não é gentil e quando passam pela porta, só resta a morena me encarando fixamente e eu olho em sua direção, puxando os braços com força na esperança de que a contenção, se rompa. Me prenderam na cama como uma maldita louca. — Então... — ela começa

